Você sabia que eu te amo

Perdi meu amigo hoje por causa de diabetes

2020.10.24 22:58 Frinnxy Perdi meu amigo hoje por causa de diabetes

Eu não sei nem como começar a escrever isso, eu não paro de chorar quando eu falo algo sobre ele então se eu chegar no final desse texto vocês saibam que foi com muito esforço, acho que ele não entendia o quanto eu amava ele por mais que fôssemos amigos virtuais sem nos vermos e só de saber que já tive a oportunidade pra isso eu me sinto um completo lixo mas eu não posso ficar falando disso, eu só queria ter sido um amigo melhor, entender melhor as coisas e ele mesmo, queria ter estado ali pra ele quando ele disse sobre o livro que estava lendo, eu queria ter dado mais atenção a ele é recomendado livros bons, eu sabia o quanto ele amava Sade e eu só fui ouvir ela pela exatamente hoje, depois dele ter partido e a minha única vontade era de estar escutando com ele e fazendo piada sobre coisas que eu fazia e ele puxando minha orelha pelas coisas que eu fazia de errado, eu te amo Guilherme e você sempre vai estar no meu coração, eu prometo que vou ser uma pessoa melhor para não repetir isso com outras pessoas, como eu sei que você gostaria e aonde quer que você esteja eu estarei lá
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2020.10.22 13:01 bergjensen33 Acabou? Talvez seja só um sonho que eu tento prolongar, ou aquele último restinho de pasta de dentes que eu tento espremer usando uma prensa hidráulica.

Eu conheci ela no meu ensino médio, ficamos mais ou menos uns três anos e meio. Ela sempre foi tudo pra mim, e eu não consigo me imaginar com outra pessoa, nem consigo imaginar outra pessoa se interessando por mim. Bom, tivemos uma história incrível, mas quando eu me mudei pra uma cidade meio longe ela resolveu terminar. Simples assim, na maior frieza. Continuamos nos falando e no dia da mudança ela me disse que tinha conhecido alguém e que não podia continuar falando comigo. Até aí eu não vi nada de errado. Mas, quando ela me disse que já estava com ele a duas semanas (ainda estávamos juntos nesse tempo) eu fiquei pálido, não consegui ficar de pé. Não conseguia nem chorar. Minha visão ficou embaçada, eu não conseguia pensar em nada, só sentar e nadar nessas sensações, com um grande "tuiiiiiiimmmm" nos meus ouvidos, olhando pro nada. Eu já estava a 26 horas acordado e em jejum, a viagem seria longa. Não comi nada, e quando tentei beber uma água, passei 45 minutos tendo espasmos como se vomitando, mas não saia absolutamente nada. No carro eu consegui dormir apenas 4 horas, e chegando lá eu comprei uma bebida e fui me afogar um pouco. Até que ajudou, conseguia não vomitar o álcool pois sabia que na quantidade adequada me nublaria a memória de todo tipo de coisa. No dia seguinte eu fui tentar comer um x-tudo na lanchonete local. Na primeira mordida eu já comecei com a merda dos espasmos de novo. Já estava a mais de 3 dias sem comer absolutamente nada. Eu QUERIA comer, mas não conseguia. Voltei a beber. Pra minha surpresa, eu recebo uma notificação no meu celular. Era ela, me dizendo que ninguém poderia ser igual a mim e que ela estava apaixonada por mim, e que ela nunca tinha nem visto ele e que só estava afim dele por causa do jeito que ele falava com ela. Meu olho se encheu de lágrimas, eu quebrei todas as minhas garrafas de bebida no chão, urrando como um doente. A vizinhança até hoje deve me achar louco por isso. Eu não consegui processar direito, certamente estava melhor que antes, mas ainda assim cheio de ódio. "Como vocÊ pôde fazer isso comigo? Eu sou um cachorro pra você? Um cachorrinho que você manda ir e voltar quando quer e como quer?" "N-não, """""""""""""""""""amor""""""""""""""""""", você sabe que nascemos um para o outro..." E continuou dizendo essas palavras doces e falsas até meu maldito coração de imbecil se amolecer. Não namoramos, mas ela disse que vai vir morar na minha cidade assim que tiver condições, que quer tentar algo sério comigo, como um noivado ou casamento. Sinceramente? Ela só quer alguém como eu pra dizer coisinhas bonitas e amáveis pra ela. Bom, tempo passa, ficamos como estávamos, mas dessa vez sem nos ver. Nos falávamos todo dia, jogávamos algo juntos, fazíamos intimidades em ligação. Mas eu notei que isso foi parando aos poucos. Só eu que falo eu te amo, só eu que digo bom dia e boa noite, ela diz que é o stress do trabalho, mas eu sinceramente não acredito. Ela disse que não está conseguindo responder ninguém por causa do trabalho, mas eu penso que deveria ter um pouco de prioridade. Minha pergunta é: Acabou? Devo me preparar? Já acabou a muito tempo e eu que estou relendo a mesma história tentando sentir o que sentia da primeira vez? Me perdoem pela muralha e pela falta de formatação, realmente não sou profissional em operar esse site.
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2020.10.19 00:16 vicenzzod Menino Mimado

Meu nome é Vicenzzo e hoje quero contar um caso de nice guy que aconteceu lá no meio do ano de 2019.
Eu tinha um amigo, o nome dele é Vinícius que se achava, sabe aqueles garotos que pensam que as pessoas são inferiores a ele? Então, era esse tipo.
Bom, o que aconteceu aqui foi um típico caso de nice guy, mas assim, começar do início vai ser complicado, mas vamos lá:
No meio do ano de 2019, eu estava indo pra meu centro espírita (sim, sou espírita e ele também era), e quando eu cheguei lá, o Vinícius me disse que tinha entrado em um grupo de whatsapp, e me disse que nesse grupo, tinha uma garota de outro estado que ele gostava, e disse que a tal garota também gostava dele, logicamente, se isso fosse verdade, não estaria aqui contando essa história para vocês, enfim.
Passado uma semana, eu volto para mais uma mocidade, e ele me fala que deu tudo errado com a garota, que ela xingou ele, que ele não fez nada demais, e eu, não sabendo de nada, disse:
-Passa o número dela que eu quero xingar essa mina.
Sei, você pode achar que eu sou um babaca por defender ele, mas saiba, eu não sabia de nada do que tinha acontecido de verdade, só sabia o que ele me contava, então, garota que inspirou esse post, continua lendo antes de me xingar no whatsapp.
O Vinícius disse que não ia me passar o número dela porque ele ainda gostava muito dela e que se eu xingasse ela isso iria acabar com as “chances” dele, enfim, eu fiquei mais ou menos uma semana atrás daquele número.
Passado mais uma semana, um amigo em comum meu e do Vinícius, cujo nome é Carlos, me envia um convite pro grupo, e fala pra eu não mencionar nada ao Vinícius, pensei: Enfim a chance de xingar ela, porém, assim que entro no grupo e conheço a tal garota, eu vou descobrindo o que realmente aconteceu.
A verdade era que o Vinícius foi um tremendo escroto, ele conheceu a garota e com menos de uma semana soltou um eu te amo pra ela, e quando ela disse que não era recíproco, ele simplesmente se transformou no ser humano mais babaca que o mundo poderia ter, ele começou a tratar o grupo e os integrantes como se fosse uma seita ou uma agência de espionagem, como se todos estivessem contra ele, enfim, ele começou a ficar paranoico, simplesmente difamou a garota e todos do grupo, INCLUSIVE A MIM, ele me acusou de “roubar” a garota dele, ele tava fora de si, foi insano, passado uns meses, os contatos que estudavam com ele disseram que ele xingava a gente, ele me culpava pela solidão e pela depressão inexistente dele.
Depois de um tempo nessa mesma coisa, dele falando mal da gente e a gente sabendo disso, eu volto a conversar com ele, ele me pediu perdão, pediu perdão pra garota, voltou pro grupo, mas dava pra perceber que ele tava diferente, ele tinha guardado rancor da gente, ele tocava nesse assunto quase todo dia, o que era chato, e de vez em quando, ele ainda dava umas explosões e começava a me xingar, até que um momento, eu disse que ele tava paranoico, e que a gente não tinha feito nada pra ele, mandei a real pro moleque, e ele soltou uma frase que praticamente destruiu uma amizade de 10 anos:
-Você nunca foi meu amigo de verdade, você falava comigo só por interesse.
Depois dessa mensagem dele eu simplesmente o mandei a merda e continuei a vida.
Passado mais uns meses (saiba, essa parte de agora, não tem mais a ver com a garota, essa parte agora é a de como ele virou um stalker, tem mais a ver comigo do que com ela agora), eu saí do trabalho e fui levar a minha sobrinha pra casa, pra isso, eu tive que passar na frente da escola dele, tava em tempo de pandemia, NÃO TINHA NINGUÉM NA ESCOLA DELE e ele morava do outro lado da cidade, quando eu chego em casa, eu recebo a seguinte mensagem dele:
-O que você estava fazendo na frente da minha escola hoje?
Isso tinha sido muito estranho, porque quando eu passei naquela hora, eu estava de carro, e não tinha ficado mais do que 10 minutos na frente do colégio dele esperando o meu irmão, enfim, após esse acontecimento, eu não recebi mais notícias impactantes sobre ele, mas a partir do momento que eu receber novas atualizações sobre ele, eu atualizo esse post no grupo, obrigado por ler até aqui e boa noite a todos.
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2020.10.14 12:21 DonaBruxa_Deyse A Prostituta- Verídico

🕷🕸Relato recebido. Foi contado por uma mulher sobre seu contato com Setealém.🕸🕷
Eu sou Brasileira e morei em Milão/Itália entre os anos de 2003 à 2015.
Minha mãe tinha cidadania italiana, pois na sua juventude tinha sido modelo e morado na Itália. No seu tempo, chegou até a atuar em alguns filmes do de Sica. Mas minha mãe era fria, ruim, maldosa. Não dava a mínima pra mim. Ela era alcoólatra e me batia desde sempre.
Nunca conheci meu pai. Ela jamais citou seu nome. Sempre imaginei que fosse um italiano famoso e mantive a esperança de encontrá-lo. Minha avó era boa e me confortava após as surras. Contava que minha mãe nem sempre fora assim. Que era doce, meiga, sorridente. Mas que depois que voltou de vez da Itália pro Brasil, nunca mais fora a mesma. Tinha se transformado num monstro e que nem a reconhecia mais. Eu só pensava em fugir de casa. Minha avó morreu em 2002. Fiquei ainda mais sozinha.
Quando fui descoberta como modelo, não pensei duas vezes e fui embora. Minha mãe assinou os documentos e pela primeira vez na minha vida, parecia feliz por estar se livrando de mim.
Cheguei em Milão com 15 anos na esperança de seguir carreira como modelo. Sai do Brasil com um contrato assinado para desfiles de modas e realmente, desfilei por 2 anos. Porém, muitas meninas chegavam com o mesmo sonho, por ser um mercado com muita competição, os trabalhos foram diminuindo. Morava num apartamento perto de monte Napoleone e dividia com mais 5 garotas também modelos.
Comecei a trabalhar como vendedora pra uma loja de grife: Chanel. Mesmo recebendo comissão, era muito cara o estilo de vida que levava e tinha o sonho de ter sucesso na vida.
Uma das minhas colegas de apartamento, não escondia de nós que trabalhava como Ragazza imagine em danceterias e saia com clientes ricos depois dessas noitadas. Na verdade, ela era uma garota de programa e saia com a nata da sociedade milanesa.
Eu estava de saco cheio daquela vida e eu mesma pedi que ela me apresentasse para seu “chefe”. Era uma agência de “modelos”. Fiz fotos para um “book” que seria exibido para clientes que procuravam meninas com o meu perfil. O cachê para esses encontros partiam do valor de €1.500,00 por três horas de encontro. Esse valor livre em minhas mãos.
Nesse período em que trabalhei pra essa agência, sai com jogadores de futebol, políticos, artistas, sheikes árabes, milionários… Rolava sexo e muita droga. Eram homens generosíssimos e além do cachê pré combinado, ganhava gorjetas e muitos presentes. Nós não éramos obrigadas a usar, mas confesso que tornou-se um vício também. Numa sexta-feira, fomos chamadas para comparecer na agência.
Foi nos explicado que um cliente muito importante escolheria 7 garotas para um “evento”. Seria pago 17 mil euros para cada antecipadamente. As escolhidas seriam levadas por um motorista na data e horário combinado è trazidas de volta no fim do evento. Deveríamos assinar um termo de silêncio e que nada visto ou ouvido poderia ser divulgado. Meus olhos brilharam ao imaginar o valor que seria pago. Entrou então um avaliador. Ele estava ali para escolher as 7 meninas. Ele vestia terno caríssimo, sapatos que brilhavam, luvas pretas de couro, óculos escuros, mas eu pude sentir um desconforto toda vez que ele olhava para mim. Ele não falava nada. Parecia fraco, adoentado mesmo, pele amarelada. Todas as meninas vestiram biquínis, formamos uma fila e começamos a desfilar para ele. Ele apenas apontava o dedo para as que escolhia. Eu fui uma delas. Vibrei por dentro.
Houve uma segunda etapa da seleção, onde tínhamos que responder uma sequência de perguntas, que não faziam muito sentido naquele momento:
Você mora sozinha? Acredita em Deus e outros seres? Você tem medo do escuro? Transaria com um réptil? Qual período de tempo mais longo que aguentaria ficar sem beber água ou líquido? Acredita em orações ou rezas? Sabe dizer uma de cor nesse momento? Já ficou presa dentro de um quarto sozinha numa casa desconhecida? Você se considera uma pessoa capaz de guardar segredos? Se você desaparecesse, alguém sentiria sua falta?
Entre outras perguntas totalmente sem nexo....mas enfim, ricos são excêntricos, pensei!
Sai de la, com meus euros garantidos, porque no fim do processo, cada uma das 7 recebeu na conta o valor combinado. Deveríamos ir lindas e o tema da festa era “Mascarados”.
Sai da agência tão feliz. Resolvi comprar vestido, sapatos e bolsas novas. Comprei perfume e maquiagem. A festa seria na noite seguinte e meu motorista me buscaria as 19 horas em ponto.
No horário combinado, toda linda, eu aguardava no hall de entrada do prédio o tal motorista.
No termo que assinei dizia que não nos era permitido o uso/ portar nenhum aparelho fotográfico ou celular.
Então, parou um carro preto antigo, muito velho e desceu um homem tão estranho quanto o que me escolheu na seleção da agência.
Ainda assim de forma educada, sem olhar para mim, abriu e fechou a porta do carro.
Ele não trocou uma palavra comigo durante uma hora e meia até chegar ao local do evento.
Sabia que estávamos na região do lago de Como, mas nunca vira ali na Itália uma estrada tão deserta. Não cruzamos com nenhum Autogrill. Até chegarmos a um castelo antigo, que a primeira vista parecia abandonado. Estávamos no meio do nada e ali tinha um castelo! Ao adentrar no castelo, vi no meio do salão minhas 6 amigas. Estávamos lindas, ansiosas. Nos cumprimentávamos, quando ouvimos 7 rufadas de um tambor. Congelamos. Apareceu uma mulher vestida de preto e seu rosto escondia-se atrás de uma telinha do seu fascinator. Fez sinal para que a seguíssemos e fomos até outra sala ainda maior. Antes de entrarmos nessa segunda sala, a cada uma de nós foi perguntado ( pela senhora de preto): -Acredita na unidade daquele que é um só? Todas nós respondemos que sim ( nem sei dizer porque respondi que sim) e entramos no grande salão. Estava escuro e de repente, mais sete rufadas de tambor e a nossa frente, uma luz amarela acendeu. Era uma luz amarelada estranha, meio fraca, piscava e a nossa frente surgiam pessoas mais estranhas ainda. Ouvimos uma música que nos perturbava. Ficamos sem reação. Deveríamos dançar? Conversar? Sorrir?
Notei que aquelas pessoas pareciam pertencer a uma alta classe social porque por mais estranhas que fossem, havia muita pompa no modo delas vestirem-se e portarem-se. Repito que era tudo estranho e feio! Havia homens e mulheres e até crianças mascaradas naquela festa! Pessoas ricas com roupas tão surradas? Havia um cheiro muito forte no ar. Como se algo tivesse estragado ou em putrefação. A música era a mesma e eu já não entendia nada. Aos poucos, homens mascarados se aproximavam. Um deles, cambaleando chegou até mim, sorriu e NÃO TINHA DENTES. Me disse algo e seu hálito me atingiu... Inconscientemente, levei a não até a boca e nariz! Quase vomitei. Ainda assim, disfarcei e sorri. Quando ele encostou a mão gelada no meu antebraço, senti que cairia no chão.
Ele pressionou meu braço e me levou para dançar. Se é que aquilo seria dançar... davam uns pulos, tinham trejeitos e a falta de coordenação daquele povo poderia ser considerado patético!
Suportei por bem uns 10 minutos aquele bafo, mãos geladas sobre mim... Até que pedi algo para beber. Ele disse numa voz rouca mas fina, que não tínhamos permissão para beber nem comer.
Gente, que absurdo.
Porém, tinha levado meu pozinho mágico e seria obrigada a usá-lo para aguentar aquele show de horrores. Lembrando que já tinha embolsado meu dinheirinho, estava tudo Ok. Pedi para usar o banheiro e então a senhora de preto me levou. Iluminando o caminho com uma vela preta. O banheiro era a coisa mais NOJENTA que há vi na vida.
As privadas estavam todas sujas de m€£%¥. Tinha até vermes na água que fica parada no vaso. Pedaços de carne podres! Não tinha descarga. Ao tinha torneiras. Desisti de fazer xixi. Usei minha bolsa de apoio e fiz a maior carreira de minha vida. Quando voltei para o salão as pessoas tinham desaparecido. Só tinha uma mulher mascarada que me observava. Resolvi que deveria puxar assunto e caminhei na direção dela. Faltavam 5 passos e vi que uma senhora também de preto a arrastou. A mascarada gritou: - Eu sou você! ( disse meu nome!!!)Vá embora! Fuja daqui! Nós liberte desse inferno! Na confusão, sua máscara cai e pude ver seu rosto. Aquela mulher era idêntica a mim! Era eu num outro corpo. Nada pude fazer... A vi ser levada. Minhas colegas já tinham sumido e eu fiquei sozinha ali. Senti as mãos geladas no meu braço outra vez. Era aquele horrorizo novamente. O povo parecia ser muito ruim de festa. Ninguém falava, ninguém tia ou cantava, vão podíamos comer ou beber! Fui levada até um quarto . Passamos por corredores frios e escuros. Eu e ele! Meu coração batia forte... Não sabia se era a droga ou o medo. Comecei a escutar gritos ao passar por outros quartos. Chegamos ao “nosso” quarto! Era tão ridículo e feio quanto todo o resto até aquele momento.
Uma vela preta estava acesa. A única luz naquele quarto frio.
Tinha chegado a hora.. Teria que fazer jus ao dinheiro pago por aquela noite. Estava arrependida já!
Comecei a me despir, o homem, tirou a máscara e falou:
-NÃO OUSE!
Paralisei!
-Sente-se!
Ela falou comigo sem abrir a boca!
Sentei e ele me explicou:
-Eu sou seu irmão. Sou filho da mulher que gritou seu nome. Meu pai aprisionou ela aqui há anos. Ele é prefeito aqui. Você está num lugar que não existe. Aqui é o meio. Aqui é Sathlem ( algo assim)... Não sei escrever ou repetir. Prometi à ela que te libertaria. Suas amigas jamais voltarão. Já pertecem a esse lugar.
Quanto mais ele falava, mais lúcida eu ficava. Será que esse pozinho era tão forte assim? Só pensava nisso?!? Como eu poderia estar pensando nisso?Meu Deus, estou tendo uma overdose! Não é possível!
E o estranho concluiu meu PENSAMENTO: - Não, você não está alucinando ou alterada. Você foi despertada pelo UM SÓ! Não fale mais nada para não desperta-lo!
Comecei a chorar! Queria devolver o dinheiro! Queria ir embora.
Comecei a ouvir passos... Como se um gigante se aproximasse. O estranho fez sinal para eu calar a boca. Não era capaz de controlar meu choro. Até o estranho pressionar com o dedo um ponto na minha garganta! Doeu muito. Ouvi ele pedindo desculpas por fazer aquilo e perdi os sentidos.
Acordei na minha cama. Estava com o vestido e sapatos da festa.
Tinha um bilhete escrito na comoda do quarto escrito assim:
Senti tanto medo. Jurei que nunca mais beberia ou me drogaria na vida e pararia com aquele “trabalho” Realmente, nunca mais fiz nada daquilo.
Meu telefone tocou e era o agente. Precisava ir até a agência.
Fodeu, pensei! Fodeu, fodeu, fodeu!
Mas fui... Porque sabia que se vão fosse, eles viriam ate mim. Meio que você começa a fazer parte da máfia! Você tem que prestar contas!
Fui com o coração na mão! Bom, pensava a, gastei o dinheiro somente com o vestido, bolsa, sapatos e maquiagens. Não tinha gastado tanto e teria como cobrir os gastos e devolver os 17 mil.
Quando cheguei lá, o agente me tratou tão bem... Disse que eu tinha sido venerada e exaltada. Que tinha sido profissional e me destacado . Gostaram tanto de mim que pediram meus dados bancários porque me fariam um agrado!
Entendi que o agente tinha sido recompensado. Perguntei sobre minhas colegas e ele mudei de assunto: -Que colegas? De quem você está falando?
(NUNCA MAIS AS VI!) Não eram amigas. Nas as viagem festas e tal... Jamais as vi novamente.
Fui até um ATM e quando solicitei meu saldo, quase caí de costas! Havia sido depositado na minha conta alguns muitosssss 00000000000 de euros.
Com essa grana, mudei minha vidaComprei um apartamento e carro. Estudei. Conheci um grande amor. Tenho filhos. Moramos na Bélgica. Sou estilista de moda e tenho minha grife!
Tenho sonhos recorrentes com aquele lugar onde estive. Meu marido sempre comenta ter a sensação de estar sendo seguido ou observado. Diz ver carros estranhos parados na rua de casa. Comenta sobre carros estranhos! Digo que é apenas impressão dele!
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2020.10.13 16:25 7eyes7bruises Adeus de vez para você, que me foi tudo.

Você me levou do paraíso ao inferno por nove anos. No meu tempo de vida, eu acreditei no amor que durava dez mil anos. Eu a amei desde cedo. Eu a protegi do seu pai e padrasto que a abusavam. Eu fiquei do seu lado quando você estava viciada em pó. Eu fui controlador, eu fui ciumento, é verdade. Mas você me traiu e sumiu três anos. Reapareceu com um filho. Como você esperava que eu me comportasse depois disso, eu não sei. Perdão total, eu imagino.
Você queria atenção mais do que você queria alguém. Você dizia que me amava. Que eu era o amor da sua vida. Você mentiu. Eu disse a verdade. Pra mim você era tudo. Quando você me confessou que pôs fogo num morador de rua quando estava viciada, eu fiquei horrorizado, mas eu fiquei do seu lado. Quando você disse que estuprou alguém, eu tentei relativizar e perdoei. Assim como sua traição, apesar de ser a pior coisa que se pode fazer com alguém, na minha opinião. Fiquei do seu lado, aceitei seu filho mesmo ele sendo a lembrança constante de sua traição. Eu sempre fui sensível com você. Eu sempre disse o que eu sentia, mas não era suficiente. Quando eu contei que também fui abusado quando era criança, você me fez reviver meus traumas. Você me pediu para que eu batesse em você. Você sabe que eu me tornei violento por fora porque por dentro eu detestava violência. Você sabia que eu abominava ferir. Tudo o que eu queria era carinho, e você não me deu nem me deixou dar nenhum. Eu juro que eu tentei, mas não vou mais pedir-lhe desculpas. Você me levou a tentar suicídio três vezes, e todas essas vezes eu escapei de morrer por pouco. Você sabia da minha fascinação pela morte. Você queria que eu te visse como puta, como pedaço de carne e me disse isso com todas as letras. Eu não conseguia. Nunca consegui. Eu via uma pessoa. Nós fomos próximos. O sabor dos seus beijos ainda me assombra. Eu ainda choro por você todos os dias. Você sabe.
Eu sei que você vai terminar mal. Eu sei que você vai sugar mais alguém até o sabugo, como me sugou esses nove anos. Eu te escrevi cento e vinte e três poemas. Eu te escrevi uma peça. Eu te escrevi contos. Eu te contava histórias pra te animar. Eu lia pra você dormir toda noite. Eu ficava horas te escutando dormir antes de eu dormir pra me certificar de que você não ia ter pesadelos. Eu cuidava de você com tudo que eu tinha. Eu sei que você vai terminar mal, e que eu provavelmente não vou estar aqui pra ver. Eu já vou ser comida de verme há um tempo. Você vai morrer de velha. Você vai ser possessiva com seu filho, e um dia ele vai encher o saco de você. Você vai estar velha e sozinha, e vai continuar vivendo a mentira de que você tem clarividência. Eu não vou estar aqui pra ver. Eu não vou estar mais vivo há mais de décadas, já que eu sei que meu destino é cair pela minha própria mão. Você devia ter caído pela minha, sinceramente. Mas eu nunca tive coragem de machucar você, que sempre foi tudo de mais precioso no meu coração. Hoje eu choro, e vou chorar mais uns anos. Mas eu a amo. E apesar disso, eu também a odeio. Todos os meus amigos e amigas me dizem que você é tóxica. Dizem que você é uma má pessoa. Que alguém além de você conseguiria me amar. Pra mim você é ainda a mesma mulher seis anos mais jovem, que eu protegi do que eu podia. Agora eu estou tão ferido, tão doído que eu não consigo levar minha vida pra frente. Talvez eu mereça. Adeus. Nunca mais vou receber uma ligação sua. Nunca mais vou colocar você pra dormir. Minha vida, por mim, podia estar acabada. E eu acho que é isso.
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2020.09.30 21:06 pla-to Escritor a beira do colapso

Olá, Brasil
hoje venho lhes apresentar meu dilema. Gostaria de saber se os senhores podem me auxiliar, pedindo desculpas antes mesmo de começar a me explicar, tendo em vista o tamanho do post que abaixo segue. Para quem possuir a paciência e a resignação de ler até o final, só me faz possível agradecer e lhe estender um virtual e fraternal abraço.
tl;dr>! sou bipolar e gosto de escrever, não tenho um puto no bolso pq anos de estudos de filosofia e literatura me tornaram incapaz de conviver de maneira adequada nessa sociedade doente, peço que avaliem meu trabalho para que eu saiba se há futuro para mim na escrita e, também, que me ajudem com conselhos profissionais, doações ou de qualquer outra forma para que eu possa sair da cidade em que resido e busque um lar em São Paulo.!<
Vamos lá:
Me chamo Dillon Hagar (meu pseudônimo literário) e tenho ~30 anos. Sou formado em direito e administração com pós em direito penal e processual penal, não que isso me seja muito relevante sobre quem sou, acredito estar mais relacionado com minha história.
Venho de uma família brasileira típica: meu pai e minha mãe são pessoas honestas que sempre trabalharam (muito) para buscar oferecer o melhor para meu irmão e eu. Apesar da extrema formalidade que compele o viver dos dois, sei por fato e história o quanto eles nos amam. Meu pai sempre foi um cara absurdamente estourado e - até recentemente - acreditei que isso era apenas seu jeito de ser, afinal o cara já engoliu alguns sapos da vida (principalmente de sua falecida mãe).
Talvez pelo fato de ser tão estourado, permiti por muito tempo que minhas escolhas fossem feitas por mim, afrontar seus nervosismos só me gerava ainda mais ansiedade. Sempre me foi difícil o necessário pisar em ovos com ele, já que somos pessoas absolutamente distintas. Seu ideal de justiça é através da imposição da violência enquanto sou apenas um advogado que valoriza o debate, defende as garantias e direitos individuais e conhece um pouco das mazelas do nosso maravilhoso Brasil.
Fiz uma faculdade (duas, se prezar pela especificidade) que me habilitaram em uma profissão que não tinha e nem tenho a menor intenção de exercer. Sou advogado inscrito na OAB/SP, porém tudo que gostaria de fazer é rasgar minha carteira e escrever... Mas tudo bem, quem não é advogado hoje, não é mesmo?! Está ai a primeira vaidade formal que meus pais têm sobre mim que não faço questão.
Tenho um irmão mais velho (programador) que, com muito trabalho e talento, conquistou seu lugar ao sol nesse caótico mundo e foi morar em outro país, longe do julgamento dos velhos.
Para o caçula, restou apenas buscar se adequar a sociedade de uma cidade do interior paulista (~180k habitantes, ~450km da capital) e tentar ganhar algum dinheiro, porém, como fazemos isso quando não há oportunidades e se é um desarticulado?
Aos melhores empregos, não possuo a experiência. Para os demais, sou mais qualificado do que deveria. Sou um monstro em pele de homem, vagando por uma cidade que não parece ter o interesse de recepcionar o diferente.
Veja bem, estimado leitor. Sei o que sou e, acredito que aqui, seja o momento ideal para dizer o bestial ser que lhes redige este biográfico texto. Minha sinceridade é inata, não posso me mostrar por menos, não me sentiria bem comigo mesmo se não soubessem quem realmente é aquele que lhes pede algo.
Há alguns anos - graças a uma maravilhosa ex-namorada psicóloga - contrariado pelos meus pais que sempre viram saúde mental como tabu, decidi buscar ajuda profissional para tratar o vazio existencial que existe/ia dentro de meu peito. Após 6~8 anos de terapia e pelo menos outros 6 de clínica psiquiátrica, me deparei com o diagnóstico de um distúrbio de personalidade, "Transtorno de bipolaridade tipo 2", dizem os médicos. Como gosto de informalidades, prefiro chamar apenas de "meus demônios".
"Meus demônios" por muito tempo foram seres antagônicos dentro de mim, me aterrorizavam madrugadas a dentro, cochichando terríveis segredos em meus ouvidos. "Nunca serás o suficiente", "aqueles que dizem te amar riem de ti", "se tens medo de monstros olhe bem para dentro de si: tu és o monstro de quem teme". Nada legal, não?!
Medicação e terapia me tornaram inteiros, ao menos o suficiente para que tomasse as forças necessárias para meu "salto de fé", me fazendo no começo do ano finalmente deixar o ninho e buscar continuar somente com a força de minhas próprias pernas. A felicidade e a esperança, como bem sabem do ano de 2020, talvez tenham sido mal colocadas.
Surpreendentemente, mesmo com as coisas nesse plano de existência estarem indo em vertiginoso declínio, me encontro de certa forma bem e feliz comigo mesmo. "Meus demônios" agora são seres integrados em minha convivência e, com a força do estudo da filosofia (valeu Platão, estoicos, Nietzsche e demais) e outros literatos, descobri que não deveria mais temer minha patologia. Aprendi que ela sou eu e eu sou ela, essa "bipolaridade" que me faz navegar tão rapidamente entre humores é tão somente parte de quem sou. Se antes terapia e remédios eram minha cura, hoje digo com propriedade que aprendi ser minha própria mirtazapina. Se antes chorar de manhã e sorrir de tarde eram um problema, hoje aprecio o fato de lacrimejar enquanto escuto Avril Lavigne (que mulher!), mais tarde me abraçar ao som de Dream Theater e me odiar durante as madrugadas com Witchcraft ou Void King. Música, filmes e livros: ai está minha eterna companhia.
Pois bem, caríssimos estranhos. Sou o que sou e não lhes nego! Talvez esse seja o maior trunfo do anonimato: a possibilidade de ser quem quiser ser sem o prejuízo de julgamentos. Espero que minha sinceridade não lhes seja ofensiva ao decoro, para os que até aqui chegarem agradeço de coração sua insistência.
Ok, ok, divago! Vamos voltar ao ponto central e motivo desse texto: Não tenho amigos e não tenho emprego. O primeiro se deve ao fato de que sou quem sou: aprendi a duras verdades que em uma cidade deste tamanho existem mais pessoas dispostas a lhe julgar do que entender. Geralmente fogem quando confesso ser bipolar ou quando descobrem que não tenho medo de estar em contato com meus sentimentos. Que coisa não?! Em pensar que o que todos buscavam era verdadeira conexão e honestidade nas relações. Mas tudo bem, quem lhes redige sabe que sua intensidade pode ser exigente demais da disponibilidade dos outros, procuro não julgar os que me negam.
Já para falta de emprego talvez seja uma consequência lógica do primeiro: Em entrevistas de emprego costumo ser brutalmente honesto com meu empregador (afinal não é o que pedem?), ainda há pouco me perguntaram qual o meu salário ideal, quando respondi minha quantia, balançaram a cabeça em sinal negativo e disseram que era incompatível. Quem sabe não tenha sido o mais inteligente de minha parte dizer que "talvez o senhor não devesse fazer perguntas que não lhe agradam a resposta, achei que me perguntavas o que eu queria, não que buscasse adivinhações". Sim, sou este tipo de ser. Novamente perdão se lhes ofendo, reafirmo não ser minha intenção. Convido-lhes para uma reflexão, amado desconhecido: poderia eu, sendo quem sou, responder diferentemente?
Pois bem, venho fazendo o que todo jovem advogado têm feito: ofereço serviços jurídicos a preços módicos (que costumeiramente adapto aos meus clientes como forma de lhes ajudar). Sou criminalista mas somente atendo um seleto tipo de criminosos: àqueles a quem se não oferecido um serviço jurídico, muito provavelmente seriam engolidos pela máquina punitiva do Estado e integrados ainda mais a criminalidade. Não advogo para partidos criminosos e muito menos para criminosos de carreira, minha intenção é ajudar e não livrar-lhes de culpa. Talvez percebam aqui os motivos de porque não me restar dinheiro...
A fim de dedicar ainda mais honestidade à este texto, digo-lhes que tenho sim uma amiga. Uma sócia-comparsa, somos advogados e trabalhamos juntos coletando moedas enquanto tentamos ajudar, um pássaro de asa quebrada por vez.
Novamente divago, perdão. Ao ponto então: bem, como já devem tê-lo percebido, meu negócio é a escrita. Amo escrever, estudo latim por hobby, leio dostoievisk por esporte. Escrevo poemas, poesias, cartas, o que quiser. Dedico aos meus amigos e conhecidos aquilo que posso oferecer: no meu caso é o que coletei em meus 30 anos de existência. Você tem um problema amoroso? Ótimo! Sou teu brother e lhe farei uma carta ou um poema para que sares o coração, ó jovem apaixonado! Lhe incomoda a ansiedade saber que em breve terá que defender seu TCC? Maneiro, meu parceiro! Dedicarei à ti minha próxima carta sobre como deve se lembrar que em outra época, também já se apavoraste com o vestibular mas, ainda assim sobreviveste. Aproveito para lhes endereçar esta pergunta: Como se sentiriam se alguém lhes dedicasse uma carta sobre um problema que você confessou ter? Enfim, acho que pegaram o fio da meada.
Atendendo ao meu cósmico chamado, neste mês de setembro (setembro amarelo, lembro), silenciei meus demônios e passei a publicar alguns de meus textos, cartas e poemas em meu facebook particular. Alguns receberam mais likes que outros, alguns nenhum. Devo dizer que me dói saber que minha escrita às vezes não é apreciada.
Ao verem uma suculenta oportunidade, meus "dêmos" foram atiçados e voltaram a sussurrar. A minha vantagem é que neste momento, estando um bocado mais forte que antes, pensei que talvez não devesse eu ceder a régua que me mede à mão de pessoas que porventura não são verdadeiramente amigas. Improvável mas possível...
Sem dinheiro, sem perspectiva e sem companheiros, resto sozinho vivendo em um apartamento quase de favor com um conhecido. Gostaria de me mudar para São Paulo e conhecer todas aquelas pessoas estimulantes que pertencem àquele maravilhoso lugar, porém, como, se não disponho de condições nem para minha terapia e psiquiatra? Às vezes sinto que minto para as duas quando digo que estou bem, em ordem de fazer diminuir o número de sessões e medicamentos que preciso despender. Mando meu amor para as duas: não fosse por elas e os descontos absurdos que me proporcionam (na terapia, pago menos da metade; na psiquiatra, 1/3), talvez eu não estivesse me sentindo tão radiante. Não é lindo quando profissionais se despem de sua autoridade e tocam outro humano apenas como um humano?
Pois bem, venho até este maravilhoso sitio eletrônico e lhes peço: sejam meus juízes! Convido-lhes ao meu julgamento e de meu trabalho. Serei eu um bom escritor? Existe um ofício por trás destra escrita? Poderia eu tudo abandonar e - quem sabe finalmente - me encontrar alinhado e instrumentalizado pelo senhor universo através da bela e indescritível energia cósmica enquanto escrevo? Acredito que o tempo e os senhores podem me dizer...
Encaminho o link de meu tumblr (tumblr pra escritor br, ok, isso é ainda de se analisar), nele encontrarão algumas de minhas escritas publicadas nesse mês de setembro. Caso a paciência e a boa vontade acompanhem os senhores e senhoras, peço gentilmente que leiam, avaliem e sentenciem neste post o que considerarem pertinente. Caso estejam cansados de minha presença e queiram buscar apenas o poema mais lido, acredito que tenha sido este.
Para aqueles que realmente creem no valor de meu trabalho, também anexo um link para doação em paypal, onde aceito qualquer valor que puderem me ceder. Por ora, fica desabilitado a possibilidade de subscreverem em assinatura as doações, antes avaliarei se há futuro para mim nesse negócio de escrita.
E para você, que precisa de alguém que lhe escreva uma carta, um poema, uma poesia, ou que tenha, sabia ou queira um empregado escritoredatofaz tudo, sabia que recebo pedidos por email ( DillonHagarF ARROBA gmail PONTO com ) ou até mesmo através desse post ou direct.
Há aqueles que me chamarão de tolo por acreditar na bondade de estranhos na internet, devo lhes dizer que não me importo. Somente atendo minha própria natureza assim como acredito que cada um deve atender a própria. Estejam todos abençoados e em paz: aos que me ajudarem, mais, aos que me ignorarem, em igual proporção.
Por fim, agradeço todos que chegaram até aqui. Vocês são seres maravilhosos e o dom de sua curiosidade proporcionou a um desconhecido na internet um momento de felicidade. Um profundo e sincero obrigado! Sintam-se amados até mesmo por quem lhes desconhece!
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2020.09.30 17:30 jdvm8820 A namorada do meu cunhado.

Olá pessoal faz um tempo que quero postar isso mas não sabia por onde começar, bom vamos lá.
Um background: Eu (31h) estava na casa dos pais da.minha esposa (30m) no fim do ano de 2019 e meu cunhado (20h) e a namorada dele (19m) também.
Eu realmente amo minha esposa, somos casados a 8 anos e nossa vida é muito boa.
Houve um dia, que eu estava deitado na rede lendo e ela (namorada do cunhado) estava na piscina. Tanto minha esposa quanto o cunhado e os pais estavam dentro da casa conversando.
Um determinado momento eu notei ela olhando para mim da piscina e disfarçava porém eu não dei atenção e continue lendo meu livro.
No dia seguinte eu fui pegar meu livro para ler e junto com o marca página s havia um bilhete: "gozei na piscina enquanto via você deitado lendo esse livro, espero que lembre disso toda vez que voltar a ler"
Eu fiquei chocado e me senti quase que violentado (sério, por mais que possa parecer uma situação divertida para uns, para.mim foi algo muito ruim).
Não falei nada para ninguém afinal, faltavam 2 dias para virada do ano e minha esposa e eu iríamos ficar lá somente até dia 2/jan.
Nos dias seguintes evitei qualquer tipo de contato direto e indireto com ela porém no dia 31/12 fomos a uma cachoeira e minha sogra pediu para a namorada do meu cunhado buscar umas coisas no carro, minha esposa e o irmão estavam arrumando algumas coisas para o almoço e minha esposa pediu para eu ir lá ajudar ( aí pensei: fudeu, ela vai fazer merda ) então fui preparado. Liguei o gravador de áudio do.celular e deixei ele no bolso.
Do caminho até o carro foi aquele silêncio (cerca de uns 2 minutos) aí quando chegamos no carro eu abri o porta malas e fui pegando as coisas e do nada ela chega, encostamos dois peitos no meu braço e fala: "Quer a melhor boquete da sua vida? Te faço gozar em um minuto e deixo tudo tão limpo que ninguém vai saber"
Eu cortei a conversa, falei que eu era casado e que isso que ela está fazendo era sacanagem com a família, peguei as coisas do porta-malas ele sai deixando ela com a chave do carro e o resto das coisas sozinhas e fui na frente.
Mais uma vez, não falei nada com ninguém para não acabar com o feriado de todos. Felizmente mais nada ocorreu até minha esposa e eu irmos embora.
No caminho de volta para minha casa eu contei tudo para minha esposa, mostrei o bilhete e o áudio do celular. Minha esposa disse: "Que atrevida filha da puta, jamais faria um boquete melhor que o meu", rimos pra caralho e quando chegamos em casa conversamos com meu cunhado alguns dias depois e ele ficou arrasado.
Porém a história não acaba por aí. A situação piorou pois meu cunhado era muito certinho e era virgem e bem inexperiente e ela conseguiu convencer ele de que agiu assim pq parecia que ele não queria fazer nada com ela e moral da história, ela fez a cabeça dele e deve ter tirado a inexperiência dele haha.
Mês passado, adicionaram ela no grupo da família pois os dois estão namorando sério.
Ontem o que eu temia ocorreu. Ela me mandou msg no privado falando que transa com meu cunhado só por causa do dinheiro e ela queria me dar o troco e que eu ia ter a noite mais feliz da minha vida.
Aí eu fui bem mal educado com ela e ela ficou bem brava. Enquanto isso minha esposa que estava comigo mandou no grupo da família um meme do Among Us falando que tinha um traidor a bordo kkkj (sim isso mesmo).
O melhor o orreu, como eu tava provocando a namorada do meu cunhado e deixei ela brava, ela escreveu um textão e mandou, mas não pra mim, ela mandou no grupo da familia sem querer e apagou. "Seu idiota, você vai ver, vou fazer todo mundo pensar que você está dando em cima de mim e vou acabar com seu casamento".
Aí foi batata, todo mundo viu antes dela apagar e o problema eventualmente foi resolvido.
TL;DR: A namorada do meu cunhado deu em cima de mim (casado a 8 anos) de forma bem agressiva e se deu mal.
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2020.09.10 15:54 henrylore Najiyu Ep 3 - Nevaska, a ninja raposa do gelo!

??⁰: você não tem jeito...
*vai pra cima da nevaska
*tenta dar um soco nela
Ne: *segura o soco e olha pra cara dele com uma carinha tipo 😶
poxa, é isso?
??⁰: eu já te avisei pra não ficar tirando sarro...
*se joga pra trás e começa a rolar
AGORA VOCE SE VERA COMIGO
*vira uma roda tipo a do junkrat tlgd
H: EITA
Ne: *junta as mãos
PAREDE DE GELO
*levanta uma parede de gelo (darr)
??⁰: *bate na parede de gelo e racha ela
*depois de um tempinho quebra a parede de gelo
L: a sua parede aí não foi muito efetiva não hein
??⁰: *chega na frente da nevaska prestes a atropelar ela
Ne: *prepara e dá um soco na cara dele que você não sabe como ela acertou ele girando
??⁰: *vai pra trás
Ne: eu sinceramente não sei por que um ladrãozinho tá querendo bater em mim
??⁰: vocês são parte dos cavaleiros, vocês também querem a dominância pra vocês
Ne: você não tem cara de saber muito sobre a resistência
L: residência?
H: Denis?
??⁰: pode não parecer, mas por mais que vocês sejam neutros em relação a nós, facções distintas que querem reinar as terras, não vamos deixar com que vocês derrotem a atual monarquia, CASO CONTRÁRIO O REINO VAI SER DE VOCÊS
então vocês são inimigos também.
Ne: resumindo em palavras menos bonitas, vocês querem ter o gostinho de descer o cacete na mulher lá
??⁰: olha como você fala comigo
Ne: não tem como eu olhar como eu falo, o certo seria ouvir, não?
??⁰: GRRRRR CALE A BOCAA *soca o chão e faz um buraco em volta de si mesmo
H: ei-
Ne: shhh, assiste
??⁰: *coloca o dedo do lado da boca e puxa o ar
BOLA DE FOGO
*atira uma bola de fogo na Nevaska
Ne: *fecha os olhos e estende a mão pro lado
H: ??
L: o que
Ne: *começa a se fazer uma lança de gelo na mão dela (tipo a da pearl de Steven universe)
*segura ela e prepara um ataque
REFLEXO DE LUZZZZZ
*reflete o ataque MUITO RÁPIDO MESMO
*E ELE BATE COM TUDO NA BARRIGA DO CARA E JOGA ELE PRA LONGE NUMA VELOCIDSDE INIMAGINÁVEL
*enquanto isso tudo ela deixa cair uma coisa que parece ser um distintivo de ouro
L: *percebe o distintivo
Ne: ...
ele foi mimir
*aponta pro cara com o polegar
H: ...
Ne: vocês tão bem?
*chega perto
L: *levanta sozinho
quem é tu??
Ne: *estende a mão pro Henry levantar
meu nome é Nevaska, eu sou uma ninja do gelo
L: só isso?
Ne: é ué
L: nao tem mais nada não
Ne: não?
L: hmmmmmmmm....
H: *segura na mão dela e levanta
você é uma raposa?
Ne: sim.. eu espero pelo menos
pelo visto você também é uma
*lança na mão dela começa a se quebrar e derreter
é legal, faz um tempo que eu não vejo raposas por aqui
H: *analisa ela
{Nevaska
Nevaska tem os olhos azuis um pouco escuros, um cabelo branco com uma presilha azul escura também uma blusa de manga comprida cinza com luvas longas pretas uma calça preta e uma bota cor gelo de couro ela usa um sobretudo cinza também que ela deixa ele meio enrolado pra trás e fica parecendo só uma manta mesmo ela também tem uma mochila}
H: você tava viajando por aqui?
Ne: na verdade sim, eu tava de passagem quando esse mano aí me parou por motivo nenhum
L: EU não tô convencido disso
Ne e H: ?
Ne: o que foi o que eu fiz pra você
L: o cara mencionou algo sobre resistência, ordem.
e você respondeu exatamente sabendo o que era, não foi?
então você sabe de algo que a gente não sabe?
Ne: carai mas pra vocês não saberem da ordem você tem que ser muito burros mesmo né
pfffft eu não faço parte disso aí não, metade desses caras acham isso
H: e então o que você é?
Ne: uma viajante ué, não tá na cara? eu costumo viajar por aí em busca de pistas sobre o mundo e talvez montar meu próprio grupinho de pessoas
L: *pega o distintivo no chão
e o que é isso?
Ne: *olha com um olhar sério pro Lusk
L: olha, eu não sou contra isso mas aparentemente vocês sao contra o reino
então, eu quero saber se eu poderia entrar pra essa ordem aí
eu sou um cara bem descolado que quer esfolar a cara do reino no asfalto sabe
H: Lusk!
*da um soco no cotovelo dele
Ne: *puxa uma faquinha e vai pra cima do lusk
H: OU
*puxa o lusk
L: *cai no chão com esse puxão
OU QUAL FOI
Ne: vocês sabem demais
...
*junta as mãos e atira uma bola de neve muito rápida no Lusk
L: *desvia
se eu tomasse esse ataque aí eu acho que eu ia ter dor de barriga por um mês
Ne: *vai pra cima do lusk de novo
*tenta dar uma facada nele
L: *segura a mão dela q ta com a faca
*chuta ela um pouco pra longe
Ne: *vai pra cima dele de novo e da um soco nele (com a outra mão)
L: *defense e começa a trocar socos com ela
H: ... caracas eu não sabia que ele lutava assim
Ne: *consegue jogar o lusk no chão e tenta dar uma facada na cara dele
H: °°
*troca de lugar com a faca
*segura o braço dela e da um mini chutinho na costela dela
Ne: *vai um pouco pra trás
*volta pra frente
*passa por ele e da um golpe na cauda dele
H: u
*visão fica um pouco ruim
Ne: *da um soco no estômago do Henry e depois no rosto
H: *cai no chão
Ne: *pega a faca
L: O MALDITA NAO FACEIS ISSO
*tenta socar a cara dela
Ne: *segura o braço dele e enfia a faca em um ponto
L: AAA
H: *da um soco na cara dela e aí ele vai pra cima dela
*segura ela
*olha pra cara dela
Ne: *tá com uma cara meio desconfiada mas com raiva
*chuta cauda do Henry por baixo
H: *fica bugado dnv
Ne: *passa a faca na bochecha dele chuta ele pra longe
H: *coloca a mão na bochecha

L: *REDEMOINHO DA MONTANHA
*joga ela longe com uma rajada de vento
H: começou a inventar nome pros ataques agora?
L: isso não importa agora ..
ugh
H: mano o seu braço
L: também não importa...
E POR QUE DIABOS VOCÊ NAO ACERTOU NENHUM ATAQUE NELA
H: eu não consigo fazer nada quando ela machuca a cauda, eu não sei o porquê
L: ...
H: mas chega aí a ideia é que talvez ela também tenha essa fraqueza...
L: então pra acertar ela a gente tem que acertar a cauda primeiro?
H: meio q isso
L: *tive uma ideia
*um min depois
H: *sai correndo com uma pedra na mão e joga ela atrás da Nevaska
Ne: *desvia e tenta acertar Henry com a faca
H: *troca de lugar com a pedra
*tenta acertar a cauda da nevaska
Ne: *vira e chuta ele pra longe
L: *vem quando ela tá despercebida e chuta a faca dela pra cima
Ne: *da um soco nela
L: *olha a faca indo em direção a cauda
Ne: *vai segurar a faca
H: *troca de lugar com a faca e da um SOCÃO NA CAUDA
Ne: °°
L: *se segura e faz tipo um Rasengan de ar só q ele não é azul
*acerta na barriga dela e joga ela longe
Ne: *sai voando e bate numa árvore
*sai do meio da poeira com o nariz sangrando
...
*emana uma energia muito grande de poder
H: iiii
L: ferrou.
Ne: tá.
H: hm?
L: O QUE
Ne: tá ué
H: ta oq
Ne: vocês perguntaram se podiam entrar pra ordem, e eu respondi

H: °°
L: ....
Ne: foi mal os machucados... eu precisava saber se vocês tinham cabeça pra batalhas assim
*bota a mão atrás da cabeça e ri
L: a gente confia nela?
H: eu voto que sim
L: uffffd é estranho ter que confiar em alguém que quase arrancou meu braço mas... é o que eu irei fazer
ok, estamos indo com você
Ne: CARACA MANÉ
ESSE É O ESPÍRITO (✯ᴗ✯)
H: *dá uma risada
mas aí, vocês tem uma base, um quartel, ou até um castelo?
Ne: eu não posso falar aqui as paredes tem ouvidos
vamos andar?
mas antes!
*vai pra perto do lusk com um frasco com um líquido rosa meio vermelho
*despeja um pouquinho no machucado do Lusk, que vai se fechando aos pouquinhos
*vai em direção ao Henry
*molha o dedo no líquido e passa na ferida do Henry na bochecha
*olha pras orelhas dele e sente alguma coisa reparando na cor...
*mas dps ignora
*fecha o frasco com a rolha de novo
prontinho
*guarda na mochila
H: o que foi isso?
Ne: lágrima de dragão, é extremamente curativa
H: caraaaaca...
(ㆁωㆁ)
L: ta, a gente pode ir?
Ne: como quiser, guia de turismo
**no caminho:
Ne: eu peguei leve com vocês, tá?
L: ah sim
H: uhum uhum
Ne: é sério! eu nem peguei minha lança e vocês viram isso...
H: por que não?
L: voce podia ter pego
Ne: é que é bem injusto eu ir bater em vocês com uma lança e vocês com facas de cozinha, não?
hehehehe
mas no mundo lá fora não vai ter essa moleza
ninguém liga muito pra justiça aqui, eu acho pelo menos
*abaixa a cabeça e olha pro chão enqnt anda
H: ... ah mas e aí? como funciona a resistência?
Ne: eu achei vocês super legais, além de vocês terem noção de combate vocês fazem piadas engraçadas
L: *chega perto do Henry
da uma patada nela
H: que?
Ne: ahabsusbshs tipoy isso
**chegando lá
ee é aqui
H: iii
{o cenário: tem uma puta duma floresta com um pouco de neve onde eles tão, eles olham pra cima e tem um morrinho com uma escada, e lá de cima parece dar pra ver a floresta toda}
Ne: *sobe a escada
{o tempo: já tá de noite D:}
Ne: lar doce lar
L: aqui?
H: woow
{o lar: é uma cabana mediana, com dois andares e um teto um pouco plano}
L: a
Ne: é aqui
*abre a porta podem entrar
{lá dentro: é tipo um lugar bem aconchegante mesmo, tem muitas fotos, tem 3 colchoes no chão, tem uma lareira desativada e uma escada pro sótão}
Ne: lá no sótão tá a minha cama
vocês podem dormir onde quiserem, des de que vocês não encham o saco me cutucando de noite...
H: hmmmm
L: onde você vai dormir, brether?
H: ainda pensando
Ne: *subindo a escada quase lá em cima
se quiserem dormir aqui em cima não tem problema, a questão é q o COBERTOR é meu
H: vai dormir com ela?
L: Não.
H: nem eu
L: *se joga num colchão do chão
eu durmo aqui.
H: e eu aqui
*pula o colchão do meio e vai pro da outra ponta
....
⌛um tempo depois...
H: *acorda de madrugada
*olha aos arredores e só vê a silhueta do lusk deitado roncando p krl
*ve a luz da lua entrando pela janela
*levanta e vai andando em direção ao mural de fotos
*pega uma foto
{a foto é a Nevaska com outra raposa da mesma cor do Henry, do mesmo tamanho da nevaska e as duas parecem bem felizes por mais q estejam cheias de curativos}
H: *ouve um violao bem longinho
*guarda a foto no bolso e sobe a escada
*vê a luz da lua vindo da escada por mais q as cortinas do quarto dela estejam fechadas
*sobe lá e vê o quarto dela
{é bem simples não tem nada além de uma mesinha com espadas e facas e um lugar onde tá um pijama dela de flocos de neve}
H: ...?
*percebe que tem uma escada ao lado que tem um alçapão aberto e é dali que tá vindo uma luz forte da lua
*sobe e olha pra direção da lua
*vê a silhueta da nevaska na frente da lua com um violão olhando a floresta e um farol bem lá no fundo
*escuta a melodia de uma música mt fofa
Ne: *para de tocar violão e olha pra trás
hmm?
*ve o Henry
....
No próximo episódo: -Ep 4- Sejam bem vindos! A resistência... obg por ter lido, te amo
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2020.09.02 00:27 Poliana0401 uma triste historia porem não unica

Quando se sofre um abuso tanto físico quanto psicológico uma das maiores sensações que te consome e te parte em vários pedaços é a de insegurança, medo, muito medo. Eu sei que ñ é para todas assim porem pra mim é essa a sensação q traz. Eu passei por isso três vezes e só na última eu entendi o quanto é bom contar para as pessoas por q contar isso para as pessoa foi como se eu tirasse um peso das minhas costas então eu vou contar as outras 2 vezes por q sinceramente eu ñ aguento mais essa sensação de impotência.
A primeira vez em que eu fui abusada foi por um parente q era muito próximo, tudo começou quando eu tinha uns 8 anos e como as pessoas que me conhecem sabe eu amo piscina adoro nadar e naquela época não era diferente, porem meus pais trabalhavam no açougue ainda e a minha mãe ñ gostava q eu fosse pra lá ai eu ficava em casa sozinha ou deves enquanto com a Ana. Só q um dia o meu tio resolveu construir uma piscina na casa praticamente ao lado da minha e isso foi muito top, só q quando as coisas são boas de mais sempre tem alguém q a destrói. Passados tempo uma tia minha começou a só trazer o filho dela para vir na piscina e ela sempre falava para mim ir junto e minha mãe também falava para mim ir para ñ ficar sozinha, porem esse meu primo é mais velho q eu ele devia ter uns 10 ou 9 anos. Um dia nós estávamos sozinhos e estava chegando no horário do almoço porem ñ ia dar para ninguém trazer almoço pra gente aí ele resolveu fazer. Eu me lembro muito bem desses dia, eu vim buscar a chapinha do meu pai para fazer uma carne até ai tudo certo , só q nessa época eu ñ tinha celular e ele tinha ai enquanto ele preparava a carne eu pedi para jogar no celular dele só q o problema foi que ele me passou o celular aberto em um site de uma mulher se masturbando, e como eu só tinha 8 anos eu ñ sabia o que era ai eu devolvi o celular pra ele e perguntei o que que era aquilo por q eu realmente ñ sabia o q era ai eu ñ lembro o q ele falou porem ele me passou o celular de novo porém com outro vídeo de uma mulher e um cara trançando ai ele falou assiste dá uma sensação boa. Porem eu era inocente e continue assistindo achando que ñ era nada demais aí depois de um tempo eu simplesmente me alimentei e voltei para a piscina e tinha esquecido do assusto. Aí os dias foi passando e ele continuava a me mostrar esses vídeos. Ai eu descobri do q se tratava esses vídeos q ele me mostrava ai eu vi q aquilo era errado e ñ quis mais ficar sozinha com ele e nem ir na piscina com ele eu tinha pegado medo dele. Mais em vez de eu contar para minha mãe achando q ela ia brigar comigo eu só me calei. Ai eu achando q Ñ dava pra piorar o portão da minha casa quebrou ai ele tinha q abrir manual e como eu estava com medo dele entrar na minha casa eu pedi para minha mãe um cadeado para fechar o portão porém ela não sabia o por q então ela ñ deixou, ai no fia seguinte eu acordo com a ligação dela falando para mim ir na piscina por que estava ele e mais um amigo e que ñ era pra mim ficar sozinha em casa por causa do portão ai eu falei q ia me trocar e ir o que enquanto eu estava colocando o meu biquíni esse desgraçado abriu a porta da minha casa ai como eu estava me trocando eu estava nua e ñ deu tempo de eu fechar a porta ai eu mandei ele sair por q eu estava me trocando, daí ele falou ñ tem problema se aproximando do meu quarto e eu estava escondida atrás da gaveta nua mais eu continuei mandando ele embora ai ele foi mais o meu medo só aumentou eu terminei de me vestir e fechei toda a casa por q eu estava com medo dele aparecer de nova mais ele volto e eu lembro de estar sentada no sofá marrom na frente da janela ao lado da tv onde estava passando desenho e ele se sentou molhado por q estava na piscina no sofá q estava na parede, mais eu ñ conseguia olhar na cara dele depois do q tinha acontecido só q ele me chamou e quando eu olhei pra ele, ele estava com a calça abaixada e com o pênis pra fora e eu infelizmente vi essa cena virei a cabeça para o outro lado e falei “agora eu tenho uma arma contra você, sai daqui agora" ai ele volto para a piscina onde estava o amigo dele mais o pior ñ foi isso. Depois disso tudo eu ñ contei para minha mãe por medo dela achar q eu tinha feito algo q levasse a isso, ai as minha notas começaram a abaixar eu ñ queria mais fazer as coisas eu ñ sorria mais eu estava infeliz e isso para uma pessoa q era sempre feliz fica fácil de notar a diferença. Um dia eu estava brigando com a minha mãe eu ñ me lembro o motivo mais foi num domingo estava só eu e ela em casa ai no meio da briga eu falei por q eu ñ estava mais aguentando essa dor esse sofrimento constante ai ei falei “vc sabia q o ***** assiste pornô” ai ela me perguntou como assim ai eu contei chorando tudo o q tinha acontecido e ela ficou triste por eu ñ ter confiado nela para contar antes mais ela queria ir falar com a mãe dele e contar o q aconteceu mais eu ñ deixei ela contar por q a minha família já era dividida e eu ñ queria estragar mais a família ai ela ñ contou porem hoje eu teria feito diferente além de ter contado antes eu teria deixado ela contar para a mãe dele. Mais o lado bom é que ele nunca mais veio aqui e quando veio eu não aparecia e as pessoas me chamavam de antissocial porem eu nem ligava e a minha mãe entendia e sempre esteve do meu lado, e as outras pessoas q sabiam que eram resumida em 3 pessoas também me apoiaram.
A segunda vez eu conto outro dia quem sabe... como as pessoas falam “a primeira vc nunca esquece”, mas eu digo “a primeira foi a que mais doeu”.
Mais a pior parte é que vc nunca vai voltar a ser quem vc era, vc nunca vai perder o medo a sensação de inseguranças que vem todos os dias fazendo com que vc perda a confiança em vc mesma e não consiga sair sozinha sem o medo constante de que aconteça novamente, vc pensa todos os dias em fazer coisas para se machucar porem vc, não faz por q eu sei que tem gente que se importa comigo e sempre vão estar ao meu lado não importa o que aconteça, eu sei que tem gente que me odeia e que não queria que eu existisse porem eu existo e vou provar que eu existo por um motivo que vai fazer a diferença. Eu posso não estar todos os dias sorrindo mais eu tento e é isso que vale, o que vale mais pra mim é ver as pessoas que vc ama feliz. E outra eu sou muito curiosa para não terminar a minha história.
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2020.08.28 19:08 FlavioKD9 Fugi de um Zoológico Alienígena

Eu fugi de um Zoológico Alienígena onde sou um espécime raro de ser humano. Bom, tirando a piada horrível, cá estou eu de novo desabafando. Tenho 22 anos e minha autoestima não existe, e isso já faz um bom tempo. Nunca fui a pessoa popular da escola, porque eu era feio, gordo, e alguns outros detalhes que vão aparecendo conforme vocês leem o texto. Ok, eu nunca liguei muito pra falar a verdade, é claro que eu estaria sendo hipócrita em falar que eu não gostaria de fazer parte do grupo das pessoas bonitas, populares, rodeadas de pessoas, cheias de talentos, etc. Conforme fui crescendo, uma surpresa.... nada mudou. Tentei ir ao dentista arrumar os meus dentes, coloquei aparelho, usei por alguns meses, que eu me lembre foi quase um ano, pra depois descobrir que não estava adiantando de nada, e que eu tinha a mordida aberta, ou seja, só com cirurgia pra resolver. Minha mãe é super protetora, sou filho único e blá blá blá. Eu a entendo, era uma cirurgia, até onde ela pensava ser desnecessária e cara, então deixei por essa. Agora durante a quarentena, fui pesquisar um pouco mais sobre essa condição, e descobri que a mordida aberta, causa problemas na dicção, que sempre tive aliais. Sem contar que não consigo mais sorrir naturalmente.
Ok, esse é um dos problemas, agora o outro é que eu uso óculos. (Ah, mas não é tão problema assim...) Realmente, eu concordo que tem outros problemas que com certeza são MUITO piores. Mas é um a mais na lista de autoestima baixa. Outro problema, é que eu tenho uma crosta meio preta, marrom, sei lá, parecendo sujeira no pescoço e nas axilas. Outro detalhe que me deixa completamente inseguro, é que eu tenho uma única bola. Não fui atrás pra saber se tem algum problema que afeta de alguma forma o processo de reprodução, mas me deixa muito inseguro. Outros detalhes que vou passar por cima, a pele das minhas mãos são completamente secas, mesmo eu passando creme todos os dias, nada resolve.
Tenho suor excessivo quando vou dormir, não é sempre, mas em dias que eu durmo muito ansioso ou preocupado com alguma coisa, acontece isso, aí tenho que acordar no meio da noite, todo suado e trocar de roupa. Não tenho talento. Eu sei que vão dizer que eu devo ter algum talento, só não achei ainda, pode ser verdade, mas eu tenho um violão que nunca aprendi a tocar porque não tenho ritmo, consigo fazer os acordes, mas não consigo tocar e ao mesmo tempo trocar os acordes. Cozinhar eu sei o básico. Desenho só os de palitinho. Jogar eu sou horrível, sempre joguei no médio/fácil.
E algo que tem me deixado maluco durante a quarentena, é que eu encontrei o amor pela arte (música, atuação, dança, cantar, entre várias outras) e eu sou completamente horrível neles. Mas é algo que eu amo, e amaria trabalhar. Agora vou falar um pouco da famosa ansiedade, convivo com ela desde o ensino médio, nunca fui a um psicólogo porque ela começa sugando poucas coisas, que vão te impedindo de fazer coisas, e de seguir os sonhos. Até chegar no ponto de ano passado, eu não conseguir me reconhecer no espelho, não sabia o que eu gostava, o que tinha de ambição, entre outras milhares de coisas que, agora, estou tentando retomar.
Vamos recapitular: feio, gordo, mordida aberta, crosta estranha, pele extremamente seca nas mãos, óculos, suor excessivo, sem talento e ansiedade. Eu nunca me apaixonei completamente por alguém, já perdi o BV, mas a gente estava meio bêbado em uma festa. Sou virgem (Nossa, sério **por favor, fingem surpresa aqui**). No início da quarentena, eu me apaixonei..., mas me apaixonei por uma pessoa próxima, certo? Errado, me apaixonei por uma pessoa inalcançável. Literalmente, ela é brasileira, famosa, mais de 15M de seguidores no Instagram. E não foi aquela paixão com teor sexual, eu me apaixonei daquela forma boba, de querer estar com a pessoa, saber como foi o dia dela, ver ela crescer e brilhar, beber um vinho e conversar sobre tudo, viajar, etc. E eu sei que nunca vai rolar, porque... bem, eu sou eu e ela é inalcançável.
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2020.08.22 16:26 clzedi "Paraquedas emocional" (ou " Primeiro Te Amo não correspondido")

Não tive coragem de tomar os remédios com bebida. Três coisas, nessa respectiva relevância, frearam meu instinto irracional naquele momento: minha filha, meu cigarro e vocês. Essa combinação de eventos foi meu paraquedas na queda livre vertiginosa que estava até o fundo do poço.
Narro resumidamente os eventos da soturna madrugada: minha filha me ligou durante minha tentativa de me dopar fatalmente, depois disso, terminei o texto "testamento", um desabafo que escrevi aqui, entitulado como "O que sobrou de mim". Depois de postar, aconteceu a coisa mais inusitada da noite aconteceu: num ímpeto, empurrei tudo que havia em cima da cama pelo chão do quarto, esquecendo o cigarro entre meus dedos, que de alguma forma queimou minha mão e se perdeu dentro do cobertor...
... Instinto de sobrevivência é algo incrível!
Pulei correndo, joguei o cobertor no chão procurando o maldito cigarro, a essa altura já apagado. Dei risada no meio do choro, sentei no chão e desabei. Não lembro no que pensei nos próximos 20 minutos, mas lembro de ter chorado como criança.
Depois de levantar, abri o Reddit e vi que havia dois comentários. É incrível como dois desconhecidos podem alterar todo planejamento do dia. Eles me motivaram, sentiram uma fagulha da minha dor a distância, e falaram o que eu já sabia, mas precisava ouvir de outras pessoas: continue remando.
Durante o outro dia, outros desconhecidos vieram e comentaram também. Outrora, comentários na internet eram pra mim um conceito vago de comunicação. Hoje, são bússolas distintas, que nem sempre guiam pelo mesmo caminho, mas todas em uma direção só. Vocês não tem ideia de como me ajudaram com isso tudo até o momento.
Esses dois últimos dias foram difíceis, mas aprendi a trocar a dor emocional pela dor física. Não comi nada nas últimas 48 horas, e a bebida tem me feito conseguir dormir. Meu trabalho está a revelia.
Ontem precisei falar com ela, e me deixei a disposição para conversar. Me ocorreu que talvez ela precise disso tanto quanto eu. Ela respondeu amistosamente, e disse que está se tratando e pela primeira vez quer melhorar. Eu gostei muito de ler aquilo, me deu esperança...
... Foi aí que resolvi me despedir como sempre me despedi dela: "Te amo"
Essa foi a pior decisão de minha vida. Em 12 anos, pela primeira vez, ela não me respondeu.
É engraçado como a ausência de duas palavras podem fazer um buraco enorme no peito. A tristeza é maior do que tudo nesse momento, e por mais que eu saiba que o sentimento está ali dentro dela, ela não consegue mais achar ele para colocar em cinco letras.
Queria amar a mim mesmo na mesma intensidade que amo tudo que a gente criou juntos. Eu sou construção dela, e ela construção minha. Percebo agora que sou péssimo nisso.
Esse último parágrafo me fez pensar: talvez eu realmente não mereça ela. Talvez ela tenha chegado a esse ponto por minha causa, e minha punição será ver ela seguir em frente sem mim.
Ainda está tudo muito nebuloso e confuso. O único jeito de saber disso é continuar vivo mais um tempo, melhorar para estar bem e, quando ela voltar, caso ela voltar, não ser eu o único problema agravado depois dessa crise.
Vou voltar a fazer academia: pra quem quase cometeu suicídio duas vezes em dois dias, o Coronavirus não será um problema tão grande. Vou me automedicar com antidepressivos também, preciso de minha mente no lugar. Vou continuar postando minha rotina emocional aqui também, pois tem me ajudado tanto escrever quanto ler os comentários.
Eu vou melhorar, mas estou decidido: assisti 12 episódios dessa série linda, e tinha o sonho de assistir mais 50. Se isso for privado de mim, vou desligar a TV.
Só decidi que, se for para tomar uma decisão tão importante na minha vida, que seja de corpo e alma são. Tenho medo somente das fagulhas de coragem. O álcool nunca foi tão doce, o pedal nunca foi tão fundo, e o gatilho nunca foi tão leve quanto agora. Preciso fugir dessas escolhas fáceis!
Eu vou melhorar... Pela minhas filhas, por ela, por mim.
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2020.08.21 06:17 Vinicinhus8 Mãe, um amor único

Mãe, a senhora é a mulher da minha vida. Nunca vou conhecer alguém como você, uma mulher forte, digna de amor, amorosa, carinhosa e maravilhosa.
Se eu estou triste e abatido, basta um abraço teu para que eu fique feliz. Eu amo a senhora do mesmo jeito que a senhora me ama.
Eu sou gay, não contei ainda para a senhora pois não é a hora, mas sei que quando souber, vai continuar me amando igual ou vai me amar mais ainda. Quando a senhora me perguntou, nem eu sabia, e nunca vou esquecer do que você disse: "Só quero ver você feliz, filho".
Como a senhora diz, eu sou seu companheiro, como a senhora é a minha. A senhora é meu exemplo, minha inspiração.
Criou todos os seus filhos sozinha, sem ajuda de ninguém, e sem precisar trapacear na vida. Deu amor e carinho para todos nós, vive por nós.
Quando eu for pai, você será meu exemplo. Pois não há pessoa mais doce no mundo, que eu admire tanto como a senhora.
Quando te vejo me dá vontade de chorar e agradecer a Deus por ele ter feito você a minha mãe. Quero ver você feliz do mesmo jeito que a senhora quer me ver feliz.
Te amo e te amarei para sempre, tenho orgulho de dizer "Essa é a minha mãe".
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2020.08.21 04:22 clzedi "O que sobrou de mim" (Ou "Último texto")

A dor é real. Eu sinceramente não sei o que vou fazer com a minha vida quando acabar de escrever este texto. Tenho seis cartelas de remédio, um licor forte, uma dor calcinante, mas também muita vontade de viver. As cartas estão na mesa.
Escolhi o Reddit por nunca ter usado a plataforma, e sei minimamente como mexer aqui. Perdoe qualquer gafe, confidente anônimo, mas não tenho coragem de expor isso publicamente em minha rede social, pra amigos ou seja lá quem for.
Hoje eu fiz a melhor viagem da minha vida. Sim, viagem, literalmente. 25km de percusso, numa estrada irregular, dirigindo aos máximos 160km/hr. Foi libertador, e tenho extremo pavor dessa sensação: sensação de liberdade completa, sem medo da dor ou da morte. Numa curva mais ou menos na metade do trajeto, um lampejo me bateu, uma pisada mortal no acelerador me jogaria barranco abaixo em um voo de glória rumo a seja lá qual lugar esteja reservado para mim. De repente, estou na pista novamente, a curva feita com uma precisão automática do cérebro. Algo dentro de mim insiste em viver, insiste em lutar.
Eu amo a vida. Eu amo tudo e todas as experiências. Eu sou realizado, tenho conquistas, sonhos que caminham a passos largos ao sucesso, em todas as suas definições. Tenho duas filhas lindas, felizes, carinhosas, o tipo de criança que qualquer pai se orgulharia. São minhas jóias raras, e vou carregar elas comigo dentro do peito eternamente, mesmo que o pior aconteça.
Eu sou casado a 12 anos. Pelo menos era, até uma semana atrás. Minha esposa, sem cobrança, sem reclamação, e tenho certeza, sem nenhum evento extraconjugal, me pediu divórcio.
Parece um resumo porco, mas é simples como parece, e complexo na prática.
A 12 anos atrás, eu era só um garoto com uma mochila de roupas, 25 reais no bolso, um violão nas costas, viajando para outro estado, para conhecer o amor da minha vida que havia descoberto na internet. Desse nossa primeira conversa eu já sabia que ela era a pessoa da minha vida, que tinha descoberto o amor que muitos cantavam em suas poesias, mas eu não conhecia antes dela. Fui para seu estado sem ao menos ver uma foto sua: não me importava qual era seu gênero, ou sua cor ou seja lá o que me esperava. Eu sabia que aquela simbiose não seria acharia em mais ninguém, e ela, independente de quem ela fosse, era a pessoa da minha vida...
... Quando cheguei, pude constatar: ela era linda. Tenho certeza de tê-la visto em meus sonhos de infância. Era linda, era inteligente, era perfeita em tudo.
É incrível como o passado pode ser tão lindo e cruel ao mesmo tempo, e na mesma intensidade.
12 anos...
Construímos uma vida juntos. Não foram tempos fáceis, mas ela continuava perfeita em tudo. Passamos fome juntos. Planejamos e criamos nossas duas filhas juntos. Tivemos crises, e resolvemos juntos. Viajamos juntos. Abrimos juntos nossa empresa. Crescemos juntos. Conquistamos a vida juntos.
12 anos...
Minha filha mais velha acabou de me ligar, interrompendo meu texto e meu devaneio. Tudo está de ponta cabeça, não sei o fazer.
Tomei metade da garrafa e reli o texto. Não me parece grande coisa, e não reflete nem 1% da história em seu contexto original.
Vou nomear esta metade de garrafa de "Coragem". Agora faltam os remédios e a outra metade. O rosto de minha filha está fixado na minha mente.
Há quem acredite em divina providência. Essa coincidência gritante me desestabizou, e ao meu texto, e a sua interpretação, confidente. As palavras já nem fazem mais sentido a essa altura.
Meus dedos estão molhados de lágrimas, bagunçando a tela e impedindo minha escrita. Como eu queria um abraço agora, mesmo que um abraço de um desconhecido... No ombro dele, eu choraria e diria como minha vida foi boa até aquele momento... Contaria todos brilhos nos olhos e frio na barriga que vivi até aquela hora...
Brilho nos olhos que não via mais nos olhos dela no dia em que ela me fez o referido comunicado. Eu estou morto por dentro... Aqui jaz o amor verdadeiro.
Ela está na casa da mãe dela, em depressão. Disse ao psicólogo que ainda me ama, mas por algum motivo, não quer mais viver comigo. Isso é ainda mais castigante, o fato de não saber o que está acontecendo! Eu faria qualquer coisa para vê-la feliz, eu morreria mil vezes por ela, e simplesmente ela me corta, a custos altos, de sua vida.
Eu chorei, entrei em desespero: por que? O que aconteceu? Eu preciso entender! Minha mente está cansada...
O licor é de pêssego. Muito bom, por sinal. Presente de um casal de amigos em comum para nós. Três maços de cigarros estão na cama, e as cartelas esperando serem devoradas... Mas o rosto da minha filha brincando comigo na chamada de vídeo está estampado em todos as quinas do meu cérebro.
A inocência delas me causam inveja num momento como esse. Queria pensar que é tudo passageiro, mas estou apenas esperando o lampejo, o mesmo lampejo da curva, e contando que desta vez minha mente não me proteja.
Você, confidente, pode me chamar de fraco, pensar que eu mereço isso... Eu não ligo. Ainda não cheguei no fundo do poço, mas espero que ele chegue logo. Estou em queda livre, e ganhando velocidade. Enquanto isso, me poupe de palavras e julgamentos vazios de quem não sabe o que é o amor.
O amor é puro, é lindo, e eu amo ela... Esperar essa situação se resolver pode ser o caminho mais sensato, mas é de longe o mais difícil. Sei que ela está doente, sei que não está normal, mas as palavras machucam e as ações mais ainda. Não sei o que vai sobrar de mim se eu decidir encarar este processo.
Eu amo a vida, mas eu quero que essa dor passe.
Filha, o pai te ama.q
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2020.08.19 07:05 EosLights Sobre aproveitar aqueles à nossa volta.

Essa publicação é um desabafo porém também um conselho acompanhado de uma reflexão (combo família!).
Em fevereiro deste ano, perdi minha avó paterna, que era praticamente tudo na minha vida, pois morei com ela desde que me entendo por gente. Há 4 anos, comecei a desenvolver uma depressão, que só piorou até o ano passado. A minha avó foi o único abrigo que tive, já que morávamos sozinhos e eu era o único que estava lá pra ajudá-la, e vice-versa. Éramos dependentes um do outro. Em setembro, eu comecei a praticar atividades saudáveis no meu dia-a-dia e isso começou aos poucos a amenizar os sintomas da minha depressão, e em janeiro esses chegaram à um ponto em que me considerei praticamente curado.
Por conta de problemas familiares, tive que me mudar em fevereiro para a pensão onde moro com minha mãe até hoje. Enquanto isso, provisoriamente, para que minha avó não ficasse sozinha, a irmã dela se encarregou de seus cuidados. Duas semanas depois, enquanto eu ainda estava me adaptando ao novo ambiente (o que não é fácil pra mim, mental e emocionalmente, já que tenho ansiedade), a irmã de minha avó ligou pra minha mãe. No momento, minha mãe estava descontraindo comigo no quarto, jogando videogame, contando piadas, etc. O mais estranho é que na hora em que minha mãe atendeu o telefone, eu senti uma súbita onda de energia negativa e, no fundo, já sabia quem era e o que tinha acontecido, porém não queria acreditar. Eu fiquei repetindo pra mim mesmo que nada havia acontecido, que não era uma ligação importante nem uma notícia ruim. Minha mãe se retirou do quarto, e dois minutos depois eu consegui ouvir a voz dela chorando, falando "...tá bom, eu vou estar aqui se quiser desabafar.". O problema é que nem isso fez a minha ficha cair. A minha avó tinha morrido, eu sabia disso, mas eu não chorei; eu não pensei em nada, só fiquei parado, olhando pro nada, mesmo quando minha mãe veio me contar pessoalmente, que minha avó estava bem, e de um segundo pro outro ela parou de falar, de respirar, de viver.
Eu amava a minha avó, porém eu estava há anos emocionalmente e mentalmente cansado. Comecei a me lembrar dos momentos em que eu fui grosso com ela, em que não dei um abraço nela, em que afastei o braço dela do meu ombro porque "estávamos na rua, outras pessoas estavam olhando". A partir do momento em que soube da morte dela, minha depressão voltou à estaca zero. Até hoje, na calada da madrugada, eu paro e meus olhos começam a marejar e meu coração se enche de culpa ao lembrar desses momentos. Muitas pessoas me falam "mas você aproveitou ela mesmo assim, todos cometem erros, somos humanos", mas isso não ajuda. Não suprime a culpa. Não me faz sentir alívio. Não me faz pensar que fiz ela uma pessoa mais feliz. Simplesmente não.
Hoje em dia, penso nela sempre que fico magoado com alguém, sempre que posso abraçar alguém, mesmo quando na maior parte do tempo acho esse alguém acho essa pessoa irritante, ou estúpida, ou algo do tipo. Eu me pergunto: eu amo essa pessoa, mesmo que pouco?", e sempre que eu percebo a resposta é "sim", eu decido não olhar pros defeitos dessa pessoa, nem pras qualidades dela, mas somente olhar nos olhos dela e falar sem medo: "eu te amo", "você é preciosa", "não quero te perder".
Valorizem mais as pessoas que estão ao seu redor, a vida é frágil. É possivelmente o fato mais triste na vida, mas ainda assim é um fato. Não se esqueçam. Beijos de luz e boa noite! ❤️
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2020.07.27 04:02 Enigma_Machine1 Odeio gatos

Antes de mais nada, gostaria de deixar claro que, por mais que eu odeie/não me sinta confortável perto de gatos, eu jamais prejudicaria eles fisicamente, mesmo tendo muito vontade (erroneamente, claro - talvez vocês "entendam com o meu relato). Não é disso que o desabafo se trata.
Esse é um relato meio longo.
Eu nunca convivi com gatos. Sempre cresci com cachorros em casa, tive um que me acompanhou desde a época da escola até terminar a faculdade. Amei muito ele, hoje tenho outro, um resgatado, que amo muito. Sempre amei cães, passei mais anos da minha vida com cães do que sem.
Por ter rinite alérgia, eu nunca cogitei ter um gato. E, antes de conviver com eles, eu não sabia dessa minha apatia gigante por eles. Esteticamente, até acho alguns fofos etc, mas também nada demais, longe dessa "loucura" que algumas pessoas sentem por eles.
Passei a ter um convívio maior com gatos através de uma das minhas primeiras namoradas. Ela tinha 3 gatos. Eu era bem novo, ela morava em uma kitnet, então 3 gatos já era bastante coisa. No geral eles até que eram comportados, mas lembro que acabaram estragando algumas coisas minhas (mochilas principalmente) e isso me irritava muito. Sem contar a rinite, que me deixava ainda mais irritado, mas na época eu pensava que era por estar um cômodo de uns 25m2 no máximo, sem ventilação adequada.
Eu namorei pouco menos de 3 anos com ela e foi durante esse período que a minha irritação com gatos aumentou. Uma das gatas SEMPRE dava o jeito de fugir do apartamento dela pro corredor e pro jardim que tinha no prédio. Minha ex me ligava e eu tinha que ir correndo ajudar ela a pegar a gata que, eu não entendo, morria de medo quando saía da casa (pra quê sair então, né, porra?), então era foda pegar ela, se enfiava em cada canto filha da puta de alcançar.
Os outros gatos eram um pouco mais de boa, mas a quantidade de pelos que deixavam pelo apartamento dela era um absurdo. Nem passando aspirador 2x por dia parecia que fazia alguma diferença. Minha ex não ligava, mas me incomodava ver eles estragando todos os móveis que ela tinha. Era o box da cama todo arrebentado (mesmo eles tendo arranhador), não podia ter uma única peça de decoração sobre uma mesa ou estante pois sempre derrubavam e quebravam, tinha que deixar a tampa da privada sempre abaixada pois eles davam um jeito de subir nela e não conseguir sair (burros). Até na cozinha, eu queria preparar algo pra comer e tinha pelo em tudo, mesmo se a gente limpasse.
Eu não diria que minha ex dava liberdade total para os gatos, na verdade ela sempre foi pé no chão com isso, várias vezes se irritava com a encheção de saco deles também (pra dormir principalmente - como era uma kitnet, não dava pra deixar em um cômodo separado, então era 3 da manhã e vinham encher o saco pedindo ração sendo que a porra do pote tava 90% cheio).
Enfim, terminei com ela mas o ranço pelos gatos ficou. Depois disso só tive namoradas que tinha cachorros ou então nenhum pet. Avancemos alguns anos para os dias de hoje.
Estou namorando há quase dois anos, já tenho planos de morar junto com a minha namorada, nos amamos muito e nos damos super bem. Além da parte romântica, temos um companheirismo e uma amizade muito boa, sempre apoiamos um o outro. Claro que já tivemos brigas, eu tenho os meus problemas e ela os dela, mas nada que não conseguimos superar na base da conversa. O único problema é que ela tem 6 gatos.
Recentemente, passei uns 20 dias quarentenado no apartamento dela. Está longe de ser uma kitnet, mas pra 6 gatos eu considero um lugar pequeno.
Eu tive, é claro, todos os problemas com minha rinite, mesmo tomando remédios de 8 em 8 horas pra aliviar. Se os três gatos dessa minha ex davam trabalho, o dobro deles é muito, muito pior pra mim.
Gente, nesses 20 dias eu vi cada coisa que me irritou pra além do limite. Obviamente que não demonstrei isso, mesmo ela tendo plena noção que pra mim bicho é bicho, humano é humano (eu não mimo meus bichos, trato meu cachorro super bem, mas longe de mimar com coisas que acho frescura, tipo dar banho dia sim dia não, fazer comer só T bone australiano ao molho de ervas finas, essas merdas - ele come ração, petiscos e de vez em quando frutas, só). Eu estava na casa dela, regras dela. Só que por amar tanto gatos, e mimar eles, na minha opinião, ela dá carta branca pra eles fazerem o que quiserem, sem consequência nenhuma (nunca dá bronca, não impõe limites).
Somente durante esse período: um dos gatos resolveu afiar as unhas no meu tênis novo (só não estragou pois percebi logo nos primeiros dias e depois escondi - mas encheram eles de pelos em algumas horas, eu não sei como); um outro escolheu a mochila velha da minha namorada pra vomitar bem em cima, cheia de coisa dentro. E não foi pouco. Outro gato afiou as unhas na mochila novinha dela e já arranhou uma parte dela. Tinha literalmente acabado de chegar, ela só colocou no sofá por um instante pra arrumar outras coisas e foram lá estragar.Um outro gato você não pode nem se mexer que ele se assusta, sai correndo e derruba tudo o que vê pela frente.
Eu levei meu notebook pra poder trabalhar. Deixava ele guardado quando não usava, claro, mas enquanto trabalhava, faziam questão de ficar se esfregando nele, enchendo de pelo, queriam subir na porra do teclado toda hora, tiraram ele da tomada umas 3x enquanto carregava e um dia desligaram ele no meio de um trabalho (eu estava distraído e deixei o note uns minutos de lado).
De noite era outro pesadelo. Obviamente eu não deixava nem conseguiria dormir com a porta da suíte aberta, com os gatos circulando, pois a minha rinite simplesmente me mataria. Mas é só fechar a porra da porta que começam a raspar aquela merda. Era a madrugada inteira assim, sem contar aquele miado irritante pra caralho, incessante. Puta que pariu, eu juro que me dava vontade de abrir a porta e dar um chutaço no gato no calor do momento. Claro que não fiz isso, mas a vontade realmente existiu. Pior que nem assim acho que adiantaria. E sim, já tentamos de tudo. Aqueles produtos que supostamente repelem os gatos com cheiros ruins, arranhador, tudo - só não tentei adestrar pois não moro lá e, tirando a exceção da pandemia, eu só fico no apto dela aos finais de semana, ou então ela fica no meu, enão meu convívio com os gatos nunca passou de umas 48h, o que era suportável e não exigiria adestramento. Sem contar que acho que nunca vi na vida um gato que obedece o dono.
De manhã era sempre a mesma merda. Algum gato sempre deixava um vômito de presente em algum lugar da casa. No sofá, na cozinha, em cima da mesa. Parece que escolhem sempre o pior lugar possível pra isso.
Nem preciso falar como são os móveis da casa, não? Zero decoração pois derrubam tudo. Sofás arrebentados. Toda hora pegavam coisa do varal e derrubavam. Mesma coisa com toalhas nos boxes dos banheiros. Eu tinha que me preocupar com meu note toda hora, as vezes queria só pegar algo na cozinha e tinha que esconder ele só pra não pegarem.
"Pote de comida está semi-cheio, tendo ração pra caralho? Vou derrubar ele e espalhar ração pela casa pq quero ver ele cheio sempre. A caixinha de areia tem UM cocô? Vou ficar miando o dia inteiro até alguém limpar isso, pra depois eu sair andando e não fazer as minhas necessidades. Quer ir tomar banho? Vou entrar no banheiro com você, mas no mesmo segundo que você ligar o chuveiro, vou ficar enchendo o saco pra sair. Quer dormir? Vou ficar miando na porra da porta. Quer almoçar? Vou subir na mesa e ficar te batendo com a pata pra me dar comida, pra quando você oferecer, recusar, sair da mesa, voltar em 2min e pedir comida de novo. Abriu o armário pra pegar algo? Vou entrar aqui sem você ver, deixar que feche a porta, depois vou ficar miando e, quando perceber que ninguém vai me ajudar, vou começar a ficar com medo e tirar todas as roupas do cabide. Me pegou no colo pq tô faznendo merda? Vou te arranhar e morder pra caralho (unhas cortadas, pelo menos isso). Tá concentrado vendo TV/jogando/mexendo no pc? Foda-se, vou ficar na frente da tela e se me tirar eu entro na frente de novo. Tá de boas na cama/sofá? Vou pular em cima de você do nada ou te usar como apoio pra pular em alguma outra coisa, foda-se se te assustar."
E acho que o que mais irrita é que, nem mesmo com a minha namorada, eles parecem ligar. O máximo de afeto que eles dão é sentar no seu colo, e mesmo assim tenho as minhas dúvidas se isso é uma demonstração de afeto mesmo.
Eu não sei se é o número de gatos que me deixa puto, ou se eu suportaria se fosse apenas um. Mas na real, eu não consigo gostar desses bichos. Pra mim são seres filhas da puta, egoístas, burros (não aprendem/não querem aprender nada no sentido de adestramento), nem um pouco carinhosos, estragam absolutamente tudo o que você coloca pela frente, ou seja, você vive em função deles e não tem nada em troca, pelo contrário, só despesas. Na minha opinião, viver com gatos é viver em uma prisão onde você precisa satisfazer a necessidade deles 24h por dia.
A minha única tática que funcionou durante esses dias foi a seguinte: spray d'água e espírito de porco. Se eu via algum deles fazendo merda, já corria com o spray e borrifava na cara deles. Isso me dava uns minutos de sossego, pois eles se assustavam e ficavam num canto sem encher o saco. Tem dois gatos que eram os mais folgados (80% do que comentei foi obra só deles). O que eu fiz? Enchi mais o saco deles do que eles o meu. Pegava eles no colo a cada 2 min - coisa que eles odeiam - e ficava um tempo com eles assim, até começarem a miar que estavam irritados. Eu soltava, esperava eles se aconchegarem e pegava eles de novo. No final desses 20 dias, era suficiente eles me verem pra saírem do meu caminho. Se faziam merda, eu simplesmente aparecia na frente deles e eles saiam correndo. Fiquei satisfeito pois sei que consegui controlar um pouco eles sem violência nenhuma (o que é algo deplorável e eu jamais faria, mesmo o meu ódio por eles "pedindo" isso - eu não teria coragem).
Eu só penso que, a bem da verdade, nem isso seria o suficiente pra mim a longo prazo. Eu tive que entrar em um estado de alerta 24h por dia pra borrifar o spray/encher o saco deles e eu não conseguiria viver assim por muito tempo. Meu asco por gatos é tão grande que é só ouvir algum miado que já fico irritado.
Eu imagino que a maioria aqui vai falar que não é bem assim, que nem todo gato é assim. Pode até ser, mas todos os que conheci são esses infernos na terra. Todo amigo meu que tem gato tem alguma história do tipo. De quebrar coisas caras, de machucar pessoas, sem contar que gatos são extremamente nocivos ao meio ambiente, o que eles matam de pássaros e outros animais não é brincadeira.
Sei que cães também podem fazer coisas assim, mas cara, nem mesmo o cachorro mais "destruidor" que tive chegou nesse nível. O máximo que ele fazia era mijar em lugar errado e latir quando eu ia comer.
Enfim, fica aqui o meu desabafo. Deve estar meio desconexo pois escrevi no calor do momento, conforme ia lembrando das merdas que eles fizeram. Me sinto meio peixe fora d'água postando em um site que idolatra gatos, o reddit, mas está aí.
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2020.07.17 23:14 -NoThINgG- Meu namorado de 2 anos terminou comigo por ele ser poligamo.

Para quem não sabe, poligamia e ter consentimento de uma pessoa ter varios namorados(as) ou maridos(esposas) ao mesmo tempo.
Tenho 18 anos e faz 5 anos que eu sou bissexual, sempre fui mais na minha e nunca fui muito de "ain só namoro com homos/bi/pan e etc" mas a 3 anos conheci uma pessoa que eu simplesmente adorei ela, vamos chamado de Evan, depois de alguns meses Evan e eu ja estávamos namorando seriamente e ele me disse que era poligamo, eu falei que tudo bem e que ele podia fazer oque quiser e que eu não me importava, mesmo uma parte de mim sabendo que isso era mentira.
Ficamos 2 anos namorando e até abril de 2020 ele só tinha dois namorados, eu e outro cara (vamos chamalo de Rodrigo), e então ele me manda uma mensagem dizendo que tava muito feliz que tinha começado a namorar um cara que ele conhecia no Twitter a mais de 1 ano, aí começou minha paranoia, tipo ele gostava muito de um cara a 1 F*CKING ano e eu não sabia, tipo nenhuma hora ele me fez algum pedido ou conselho sobre esse cara, estranho mais eu ainda não estava tão desconfiado nem nada parecido.
17 de junho de 2020, sem querer uma foto do Rodrigo passou no meu feed (provavelmente retwittada pelo Evan) e eu percebi que tinha uma conversa enteira entre ele e o Evan, e nas minhas fotos ele nunca comentava nada as vezes nem curtia, mais tudo bem eu não estava com ciúmes ou nada (até porque a gente se falava bastante pela DM) mas resolvi entrar no perfil do Rodrigo no Twitter e toda foto dele o Evan comentava e falava com ele, fui ver no perfil do outro namorado e era a mesma coisa, então eu fui perguntar para ele, tipo tudo bem fazer isso eu só queria saber se ele agia diferente com os outros dois, ele me falou que amava nos dois igual e que não tinha motivo para me preocupar.
Eu comecei a falar menos com ele pois estava entrando em um novo trabalho, mais esqueci de contar para ele por causa da quarentena e então ele má manda uma mensagem desse jeito: "Olha Lucas, você e um cara muito legal e eu te admiro muito mais eu não consigo mais namorar com você, não consigo suportar o fato de você achar que eu não te amo '(com o detalhe que eu nunca falei isso)' e por isso quero terminar".
Quando eu cheguei em casa e li a mensagem meu corpo formigou, Evan era a melhor pessoa que eu já tinha conhecido e eu não suportei o fato de ele ter terminado um namoro de 2 anos comigo por que eu citei que ele falava mais com os outros dois, fiquei em choque, demorei mais de uma semana inteira dentro do meu quarto para me recuperar.
Esse tinha sido meu primeiro relacionamento que chegou a dar certo e ele acabou de repente por que eu li os comentários de um twett 😃, pelo menos deve ter gerado algum indeferimento para vocês.
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2020.07.10 07:04 NoAerie513 Eu tenho uma namorada no quarto

Eu tenho uma namorada no quarto.
Minha namorada existe no quarto em que a gente dorme, onde nos nós amamos, onde nos beijamos, onde nos declaramos, onde dormimos juntas, onde não há ninguém para nós separarmos, onde ela não tem vergonha de mim, onde ela me ama incondicionalmente…
Minha namorada não existe na rua, minha namorada não pega na minha mão em público, minha namorada não me beija em público, minha namorada não me abraça em público, minha namora não me apresenta para suas amigas, minha namorada é solteira nas entrevistas de emprego, na rua eu sou a amiga da minha namorada!
O pior de tudo é que faz dois anos que ela é minha namorada, mas nem sempre foi assim!
Nós conhecemos há dois anos e nós assumimos juntas para nossas famílias, e fomos morar em juntas de imediato, porém em cidades distantes das duas famílias, era só eu e ela, mais ninguém.
Íamos para o trabalho juntas, sempre de mãos dadas, na volta para casa abraçadas como namoradas, tinha amor por onde a gente passava, não havia medo de alguém olhar e ela se sentir envergonhada, não havia receio de alguém falar algo e julga-la.
Eu era feliz e não sabia, eu tinha uma namorada que me tratava como uma. Eu era a namorada dela, na rua!
Você deve estar se perguntando… nas redes sociais? E a resposta é simples. Eu não tenho namorada no Facebook, Instagram e muito menos no whatsapp dela!
Meu sonho sempre foi abrir uma página e ver nossas fotos e textinhos de declarações ou pelo menos um eu te amo.
Isso nunca aconteceu, não da parte dela.
Eu como boba que sou sempre faço, mas não marco ela, pois a única vez que fiz isso ela excluiu a marcação, e ainda jurou que não havia excluído. Eu vi pelo reflexo de seus olhos em minha frente ela se desmarcando.
Em seu relacionamento antigo e hétero por sinal, seu (face) era um book de casal, suas fotos de perfis eram exatamente iguais, e com beijo estampado. No primeiro ano de namoro teve camisetas combinando, escrito “um ano, juntos”.
Ela tinha um namorado na rua, ele buscava ela na escola, ele beijava ela em público, eles eram namorados.
Já me desabafei com ela, mas ela diz não saber o que acontece com sigo. Ela se sente afastada de Deus por que está comigo, diz não agrada ele, e já terminamos por isso! Reatamos no dia seguinte, pois ela diz não saber viver sem mim, e eu sinto o mesmo.
O amor é cego ele nos faz de boba, e às vezes ficamos sem chão.
Como posso ficar com uma pessoa que não me assume para a sociedade? A resposta é. Eu amo ela, jamais amei alguém como ela, eu faço de tudo por ela.
Mas minha namorada só é minha namorada no quarto!
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2020.06.29 20:20 throwaway2159861 Fracassei em todos os aspectos da minha vida

Boa tarde, estou precisando desabafar e resolvi contar aqui grande parte da minha história e talvez fazer uma auto-análise. Imagino pelo que vi e vivenciei que é possível que muitas pessoas se identifiquem com os assuntos que eu vou falar, então pode até ser uma leitura interessante.
Antes de começar, recomendo essa música pra quem por ventura vier a ler o texto abaixo. Ela não tem nada de especial, mas eu gosto bastante dela.
https://www.youtube.com/watch?v=7NLvmr7zpso
Pois bem, atualmente tenho 28 anos, quase fazendo 29 e estou terminando a minha segunda faculdade. Provavelmente algumas coisas em relação a datas serão confusas pois além da minha memória ser bastante ruim, ela se restringe aos últimos 5 anos da minha vida. Então, as últimas memórias que eu tenho são da copa de 2014 no Brasil onde consegui assistir a alguns jogos. Eu não sei se isso é neurológico, mas estou pra ver isso tem alguns anos já. Antes que perguntem, eu tenho memórias de situações anteriores, mas em vez de lembrar do fato em si eu me lembro de alguma outra pessoa me contando, então é uma espécie de memória de segunda mão.
Enfim, quando eu tinha cerca de 10 anos eu tive depressão crônica e comecei a tomar medicamentos para tratar isso. Por volta dos 13~14 além do tratamento da depressão, eu comecei a ter ataques de pânico intensos, de modo que eu tive que abandonar o colégio por cerca de 6 meses pois eu não conseguia sair de casa. Também desenvolvi um distúrbio de personalidade esquizóide. Felizmente acabei não perdendo o ano pois a direção entendeu a minha situação e eu tinha boas notas, esporadicamente eu arrumava a matéria do colégio e lia em casa pra tentar aprender alguma coisa. Curiosamente um amigo meu me contou anos depois que a minha mãe por volta dessa época pediu pra ele e alguns outros amigos tentarem me convencer de ir numa excursão do colégio que seria durante um feriado prolongado.
Avançando um pouco, por volta dos 17 anos e perto de prestar o vestibular, eu não tinha a menor idéia de qual curso eu deveria escolher. Cheguei a perguntar para o meu pai se ele poderia me dar mais um ano pra escolher a carreira enquanto eu fazia um cursinho mas ele só riu e achou que eu estivesse de sacanagem. Por fim, acabou falando pra eu fazer Direito pois ele sempre achou que todo mundo deveria saber o básico das leis, além do fato de ter trocentos concursos públicos disponíveis pros graduados. Nesta época, eu já estava de saco cheio de estar indo no psicólogo e no psiquiatra com regularidade, além de ter que tomar os medicamentos todo dia. Pra ser sincero, comecei a tomar os medicamentos em dias alternados em vez de diariamente e cada vez mais fui espaçando, até o ponto de achar que eu não precisava tomar mais. Não notei mudança nenhuma no meu comportamento, apenas uma grave insônia. Depois de um tempo então revelei que eu não estava mais tomando os medicamentos para os médicos e para os meus pais e como aparentemente não fazia diferença nenhuma porque ninguém percebeu, eu só parei de frequentar o psicólogo e psiquiatra de um dia pro outro.
Como eu não sabia pra qual curso prestar vestibular, acabei acatando a idéia do meu pai, só que eu não tinha motivação nenhuma pra estudar. Aliás, eu nunca tive e sempre fiz parte da grande maioria dos alunos que estudam apenas na véspera. Para a minha grande surpresa, acabei passando no vestibular e só fiquei sabendo aos 45 do segundo tempo, no penúltimo dia da pré-matrícula quando um amigo meu veio me dar parabéns. Foi uma conversa engraçada, ele me deu parabéns mas eu não sabia pelo quê, já que eu não tinha acompanhado o resultado do vestibular pelo fato deu não ter estudado durante o ano. Foi uma grande sorte, que aliás é um tema recorrente na minha vida. Dei sorte do meu colégio dar o conteúdo inteiro durante o 1º e 2º anos do ensino médio, deixando o 3º ano apenas pra revisão da matéria toda, então querendo ou não, eu assistindo as aulas acabei fazendo uma revisão sem querer. Dei muito mais sorte do meu amigo ter me avisado, já que sem ele eu perderia a matrícula e só deus sabe o que aconteceria. Talvez eu conseguisse o meu sonhado ano pra descobrir o que eu queria fazer da vida, mas me conhecendo, acho que eu apenas procrastinaria por mais um ano.
Já no começo da faculdade eu percebi que as carreiras legais não eram pra mim. Na verdade, analisando friamente, tenho certeza de que eu seria um bom juiz, devido à minha personalidade e jeito de ser. Infelizmente nasci sem a motivação necessária para traçar objetivos de longo prazo e perseguí-los. É bem verdade que eu considero que não se nasce com isso e que é tudo uma questão de disciplina, mas não me vejo mudando isso na minha personalidade no curto, médio ou longo prazo. Talvez seja um mecanismo de defesa pra me prevenir do fracasso, afinal de contas, ninguém pode dizer realmente que fracassou se nem tentou.
Enfim, apesar de achar a área da advocacia algo bastante chato, passei a me interessar moderadamente pela área acadêmica, mais especificamente pelo jusnaturalismo. Na época da faculdade comecei a ler um pouco sobre religião comparada e sempre achei que o direito sem uma base metafísica não passa de um jogo de poder onde quem possui mais faz a lei e quem não possui apenas obedece. Até hoje tenho vontade de realizar uma pesquisa acadêmica sobre isso, mas as chances beiram a zero pois a vida acontece.
Também durante a faculdade eu comecei a ter recaídas da depressão, mas como eu já conhecia os sintomas, eu sempre tomava medidas contra a minha própria vontade para tratar o problema no início. Eu tinha que manter um horário de sono regular, fazer algum tipo de exercício físico diariamente e ter uma alimentação mais saudável. Isso realmente funciona, então se alguém estiver passando por isso, recomendo fazer isso antes de partir para algo mais radical. O problema é que isso é chato demais e eu não conseguia manter essa disciplina por muito tempo, então eu ficava alternando períodos bons e ruins. Na verdade, isso acontece até hoje, mas aos poucos fui aprendendo a lidar com isso.
Vou abrir um parêntese aqui pois pelos anos de experiência, percebo que muitas pessoas passam pelo mesmo problema que eu, sobretudo aqui que é um lugar para desabafos anônimos. Também não é um assunto fácil de conversar com as pessoas, a não ser que você tenha ótimos amigos ou uma família bem estruturada que se importa realmente com você. A minha família sempre me deu essa abertura, mas por conta da minha personalidade eu nunca fui capaz de falar nada disso com eles. Aliás, não sei nem se adiantaria alguma coisa falar com eles. Acredito que o melhor meio mesmo seja apenas ler relatos na internet de pessoas que passam por uma situação semelhante pra saber que isso não acontece só com você. Acho que isso foi o grande motivador pra eu escrever este texto.
Gostaria de falar sobre sentimentos. É bastante paradoxal, visto que eu sou literalmente analfabeto em matéria de sentimentos e não sinto quase nada devido à minha TPE. Ainda sim, acredito que ajuda bastante saber que alguém tem a mesma sensação que você, pois é algo difícil de colocar em palavras. A pior delas é justamente esse algo que não tem nome. É como se fosse alguma coisa queimando, mas não queimando num sentido físico. Está mais para uma dor na alma, ainda que paradoxalmente a dor pareça física. Desde pequeno eu sinto isso e não consigo imaginar a minha vida sem sentir isso. A melhor forma que eu encontrei de descrever essa sensação até hoje foi como se existisse um buraco negro em algum lugar aqui dentro e que ele estivesse sugando tudo, até mesmo a tristeza, só que como ela está em maior quantidade, é o que acaba sobrando pra gente, ainda que essa tristeza não seja tão intensa quanto já foi em outros momentos.
Voltando, já no meio da faculdade eu sabia que teria problemas caso eu decidisse mudar de carreira pois seria bem mais difícil a minha entrada no mercado de trabalho sem experiência e com uma idade avançada, sem contar psicologicamente, já que os meus amigos estariam numa posição mais avançada da carreira profissional e consequentemente ganhando muito mais dinheiro que eu, o que é difícil pra qualquer pessoa, ainda que você não se importe muito com isso. Eu decidi não abandonar o curso no meio pois era um curso de renome numa excelente faculdade, então ainda tive que aturar mais 2,5 anos estudando algo que eu não gostava só pra pegar o diploma no final tendo certeza que eu não iria usá-lo.
Pois bem, prestei o enem no último ano da faculdade e consegui emendar um curso no outro. Não pra minha surpresa, descobri que o segundo curso que eu escolhi também era horrível e confesso que até cogitei em voltar pra advocacia. O problema é que eu não tive nenhuma experiência profissional em escritórios de advocacia e já esqueci o conteúdo da faculdade anterior, o que basicamente me impossibilita de voltar pra carreira anterior.
Ao menos arrumei um estágio e estou ganhando um salário mínimo por mês até eu me formar, que eu espero que seja daqui a dois meses. A parte ruim é que provavelmente não vão me contratar e eu vou ficar desempregado, a parte boa é que eu odeio o meu trabalho e provavelmente não vou aguentar nem mais 1 ano trabalhando lá.
Dito isto, vamos aos problemas e ao real motivo do desabafo. De uns tempos pra cá o negócio do meu pai está indo muito mal, de modo que tivemos que pegar alguns empréstimos com o banco e o coronavírus acabou forçando o negócio a ficar parado desde março. Então, já estamos numa situação periclitante.
Não bastasse isso, recentemente meu pai teve que operar para tirar um tumor e ao que tudo indica, provavelmente ele está com câncer. Além disso o meu pai está no limite de fazer parte do grupo de risco do covid e trabalha com atendimento ao público. Não sei como faremos pra tomar conta do negócio, já que ele provavelmente vai ter que parar de trabalhar pra fazer o tratamento.
A minha mãe por sua vez é aposentada por invalidez. A minha irmã tentou abrir um negócio também mas foi paralisado pelo coronavírus, sendo que ele já não ia bem. Desde o ano passado ela veio com uma proposta deu tomar conta da parte administrativa da coisa e tirar um dinheiro para mim do que entrar, mas a verdade é que ainda não consegui tirar sequer 1 real da coisa pois essa é a única fonte de sustento da minha irmã, então tudo o que eu consegui foi trabalhar de graça e um monte de dor de cabeça.
Eu por minha vez estou trabalhando entre 10 e 14h por dia ganhando um salário mínimo, fora o estresse e ainda tenho cerca de 5 semanas pra escrever o TCC que eu nem comecei pra me formar na faculdade daqui a 2 meses.
A única notícia boa que eu tive recentemente foi um conhecido meu ter me contado que só não se matou porque há uns anos atrás eu liguei e conversei com ele bem no dia em que ele tinha pretendido se suicidar.
Dada a minha situação é difícil não pensar em se matar constantemente. Não que isso seja algo novo, tenho esses pensamentos recorrentes desde os 13 ou 14 anos de idade, mas entre pensar e fazer existe um abismo infinito de modo que eu nunca cogitei seriamente fazer isso. Ainda sim, deixo sempre a opção aberta muito embora eu tenha me decidido a fazer isso só depois dos meus pais e da minha irmã morrerem.
Sendo bem sincero, motivos mesmo pra continuar vivendo eu não tenho nenhum. A única coisa que ameniza um pouco é eu tentar deixar a vida um pouco menos merda para os meus familiares, só que o fato é que eu tenho 28 anos na cara e não consigo nem me sustentar sozinho. Se o meu pai morrer, seja de câncer ou de coronavírus, imediatamente teremos que vender o apartamento e ir morar de aluguel ou com algum parente.
Eu acho que isso tudo é culpa minha, mas no fundo eu sei que não é, já que ninguém é capaz de prever o futuro. Também sei que a minha situação não é tão ruim quanto a de outros, já que eu ainda tenho um teto e comida, mas também sei que a coisa pode ficar feia muito rápido.
Acho que o maior agravante é que eu não tenho sequer 1 área da vida onde eu tenho um desempenho satisfatório. Fracassei economicamente, já que não consigo me sustentar; Fracassei amorosamente, visto que não tenho perspectiva nenhuma de constituir família; Fracassei socialmente pois o meu já pequeno círculo de amizades está se tornando cada vez menor muito pela perda de contato, já que eu não tenho mais como acompanhar os meus amigos com tanta frequência devido à falta de tempo e dinheiro; e a pior de todas, é a sensação de que fracassei como filho. Sim, é verdade, e eu tenho certeza que ninguém nunca vai falar isso, mas não existe nada mais natural que os filhos tomarem conta dos pais na velhice. Infelizmente pra mim, esse tempo chegou e eu não fui capaz de resolver esse problema à altura.
Quem não gostaria de bancar os pais para eles pararem de trabalhar, depois de uma vida inteira de trabalho? No meu círculo social já há pessoas que conseguiriam fazer isso, ao menos durante esse período de quarentena. É inevitável a comparação, mesmo sabendo que cada um é cada um. Eu sempre soube que seria difícil não ficar chateado com esse tipo de coisa quando eu escolhi mudar de carreira, mas está beirando o impossível. Não apenas no aspecto econômico, mas também no aspecto afetivo. Desde sempre a minha família soube que eu era praticamente um autista no quesito de relações sociais, ainda que eu esteja infinitamente melhor do que quando eu era mais novo. O que pega mais, é que no meu íntimo eu sequer considero a minha família como família propriamente dita. Eu entendo que eu tenho um dever moral para com eles, mas não vejo diferença entre eles e os outros seres humanos. É por isso que eu nunca falei eu te amo para eles e nem para ninguém. Não tenho certeza se eu vou chegar a falar isso pra alguém na minha vida, mas tudo indica que não.
Enfim, eu tinha mais coisas pra falar, mas infelizmente tenho que voltar a trabalhar. Desabafar aqui não foi ruim, eu deveria fazer isso mas vezes. Dito isto, eu estou juntando um dinheiro pra me consultar com um psicólogo online depois de quase 10 anos. Eu gostaria de ter dinheiro pra fazer pelo menos 2 meses, mas é difícil achar um psicólogo bom na faixa de preço que eu posso pagar.
Se possível, eu também gostaria de um feedback sobre o texto em si. Eu tenho uma conta anônima no medium e escrever lá, ainda que infrequentemente por falta de tema ou tempo, acabou se tornando uma das poucas diversões que eu tenho, muito embora eu ache que seja difícil alguém chegar a ler até o final, dado o tamanho imenso do texto.
É isso, excelente dia pra vocês.
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2020.06.21 12:32 niablaa Belo triângulo amoroso

CONTEXTO: certo dia conheci um menino, vamos chama lo de A, fiquei amiga dele por 4 anos, no mesmo ano de meu aniversário, ele me apresenta seu amigo, que faz aniversário no mesmo dia que eu, mora perto de mim, e temos quase o mesmo nome, fiquei feliz, aceitei, vamos chamo lo de B, gostei de B por quase 4 anos, até ele fazer uma burrada, e eu não conseguir ter mais relacionamentos... eu e B sempre fomos íntimos quase namorados, sempre fui aberta com ele, sempre pensei que ele fosse tbm, principalmente com seis sentimentos pq pra mim era o que importava, enquanto esse tempo, meu amigo A, estava apaixonado por mim, e ainda está, belo dia, B foi numa festa, e não falou comigo durante a noite, disse que o amigo pegou o celular e tals, eu não acreditei pq não sou burra, no outro dia, me contou que ficou com uma menina, fiquei magoada, mas não disse nada, apenas, " ok, não tem problema, aliás, vc não é meu namorado", no outro mês, eu conheci um amigo dele, vamos chamo lo de C, gostava de mim, ótima pessoa, até q um dis eles foram num passei de escola, tiraram fotos, fui ver a foto, que tinham postado no Instagram, o C, falou pra B, que essa foi o melhor passeio que tiveram, B falou que sim, E C falou que a melhor parte foram as "ficadas", ok, até aí, não disse nada, apenas perguntei pra B, SE ele aproveitou bastante, ele disse que sim, perguntei se ele ficou com alguém, depois ele ficou me perguntando pq eu tava dizendo isso e se alguém disse algo pra ele, é claro que aí eu já sabia que sim, não disse mais nada por ter já entendido. 1 mês depois, as coisas ficaram piores, ele (B) me manda uma mensagem no meio dia dizendo que está gostando de outra pessoa e que não quer que eu fique tratando ele como eu travava antes, fiquei mal, mas, aceitei, continuamos conversamos, conversa vai, conversa vem, voltamos a nós falar que nem antes, perguntei pra ele se ele não gostava mais de menina pra me tratar desse jeito, ele disse que não, pq ele me amava, e sabia que eu era uma ótima pessoa e que nunca me deixaria, é claro que acreditei, depois disso, ele ia me fazer uma surpresa pra me visitar, e nós encontrarmos, então e aí, que a merda começa. no mesmo tempo dessa surpresa, fiquei de castigo, minha mãe tirou meu celular, não falei mais com ele, minha melhor amiga virou as costas pra mim, falava mal de mim pra todo mundo, e dizia mentiras para o B, e, eu falava com ele pelo celular de outras pessoas, ele tava com saudade, me amava, queria voltar a falar comigo, e me prometeu não me deixar, acreditei, até que, um mês depois, mando mensagem pra ele pelo celular de outra pessoa, ele me conta, que está namorando, com a menina que estava apaixonado, ela era incrível, falei que fiquei feliz por ele (óbvio que já estava chorando) até que ouço, as seguintes palavras: "sabe, eu sempre gostei de você, mas vc não foi suficiente pra mim, eu precisava te substituir por que não aguentava mais, e você nem era tudo, mas eu ainda te amo" meu mundo desabou com isso, ainda está desabado, fiquei 6 meses sem celular, e sem me relacionar com ngm por que não consigo mais, não falei mais com ele, e ontem, estava no discord com A, até que ele entrou, do nada, e começou a conversar, meu melhor amigo A, ficou puto, por entrar assim do nada e ele sabe oq ainda passo, e, eu realmente, não sei mais oq faço, eu tô tão mal, tão triste, e ainda tenho meus problemas de família, não tenho mais tantos amigos, eu realmente não aguento mais... Obrigada por lerem :((
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2020.06.21 04:24 jopealqui EU QUASE TRANSEI AGORINHA*

Fui no mercadinho comprar queijo e presunto ne, aí cheguei no balcão de laticínios e a safada logo disse "bom dia, o que deseja?" Olha se safada se oferecendo pra mim às 9:30 da manhã.Me fiz de desentendido e disse "bom dia, 300gr de queijo prato e 500gr de presunto Royale, por favor" ai ela pegou o presunto, pesou e me entregou. Mas na hora do queijo ela insistiu em me dar mole, olha só que salafraria mamacita uiuiui, "senhor, deu 350gr, ta bom ou tira?"Olha que safada mano. Ela sabia que eu eu queria só 300gr mas ela resolveu me pedir pra transar com ela dentro do mercado. Vou explicar. 300gr que eu queria e 350gr que ela pegou de propósito, a diferença é 50grama. Oque tem 50 gramas?Exatamente, 1 pacote de preservativo e em média a quantidade de esperma expelido numa relação sexual mediana. E o pior de tudo além dessas "coincidências" oque mais tem 50 letras? Isso mesmo "por favor me coma aqui mesmo porquê eu estou louca de vontade"me assustei com tamanha audácia da filha da Puta e disse "não, só as 300gr mesmo por favor" ai ela deu uma disfarçada, tirou uma fatia e disse "307gr ta bom senhor?" Nossa mano me senti mal por ela, se humilhando assim por homem, o que tem 7 letras? Isso mesmo "eu te amo".Então disse "tudo bem" ela entiquetou meu queijo e eu peguei, mas olhei nos olhos dela e disse "se valorize menina, você é melhor do que isso" e a garota desabou em choro no balcão de atendimento. Enquanto eu ia embora para o caixa pagar meus produtos eu a ouvi falando"eu queria tanto ser advogada" certamente pensando que se tivesse uma profissão melhor teria uma chance comigo. Mas eu não ligo pro emprego da pessoa, essa aí ainda tem muito que aprender pra ter chances comigo.
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2020.06.21 01:04 miojocomcketechupe a gaida inesperada

ola turma ola luba ola gatas e restos de papelos e ola editores <3 entao irei contar uma historia que aconteceu com migo ...nenhum ano em que aconteceu essa história que eu mudei de escola foi para manha mais por complicações fui para tarde entao conhecia uma menina que irei nomear manuela e viramos amigas e isso ela me mostra como amigos dela ja que ela tava la um bom tempo conheci um garoto cujo nome tem ranço hoje entao você chamará um chifrador (que era bonito) quem virá amigos ele começa a me chamar de namorada eu bem troxa começou a gostar de ele tinha uma amiga muito próxima de quando eu iria chamar carolina e quando ele se aproximou mais de carolina parou de me chamar namorada e meio que falava muito com alguém entao decidir para falar com ele pra eu nn me machucar e nesse tempo ou chifrador e minha amiga manuela brigaram e toda vez que ele tentava chegar perto ela batia nele e eles brigavam quando eu tava com ela ele nn falava com migoentro eu ficava mais com ela saia sempre mais cedo e eu mais tarde pq eu sou outra sala entao em um dia ele resolveu ficar me esperando esperando para conversar com migo e bem naquele dia eu tinha terminado a atividade mais cedo e manuela ja tava quase acabando entrando eu e ela combinava que eu ficaria esperando ela no for e quando ele não viu o coredor ele me gritou e veio correndo comeu e eu perguntei
- pq vc ta me iginorando e pq nn fala mais com migo
- acho melhor vc se decidir entre eu e carolina
-mas carolina e so uma amiga
- eu sei que vc ta papinho com ela
ai manuela saiu da escola e ele foi em bora e nenhum outro dia ele começou e eu ignorei pessoas que ele tinha decidido com quem ele ia ficar e continuar e nn falar com ele com o parsar eu parei de conversar com ele e ele nn era mais do que falar e falar com novo som para parar de falar com carolina ai nois voltamos para nos falar normalmente e ele acabou virando meu bff para que chifrador tava começando a gostar de mim ai e um belo dia estava bem saindo da escola e um amigo da minha sala saiu e foi falar com um trabalho sobre um trabalho e como um chifrador tava longe e com ums 3 amigos resolvidos em bora com esse amigo conversando sobre o trabalho e ele colocou o brasão no meu ombro comi ai blz (BLZ O QUE MEUS CAROS IRMOES? kkkkkkk) ou o chifrador tão brotou na minha frente os 3 amigos ele fez o tipo que uma roda ou me chifradorpoxou pelo braso e me deixou atrasado e meu amigo no meio na minha mente ja tava
- TA MERDA CARLSS VC SE LASCOU (pq o chifrador faz academia e ele é bem forte, me pegou sem várias vezes)
e o chifrador ja tava com o punho fechado os amigos dele tipo que barando ele carls no deboche todo ele simplesmente me pegou pelo braso e falou
- que qui vc quer garoto oxi
e saiu com migo e o chifrador fico me encarando longe entao voltando pra historia do meu chifre tempo se pasou e ele decide se declara pra mim e me pede em namoro eu obvio acei (PRA QUEEEEEEEEEEEEEEEE MEU DEUS) unha carne nos nunca fica separados sempre abrasados ​​dando café (sempre voa sozinho) e ele sempre me espera para ir juntos para casa e todo dia fica perto da minha casa me esperando para ir para escola juntos e ainda por cima sempre dava comida kkkkkk era uma fofura me sentir em um conto de fadas minhas amigas comer falavam que ele era meu guarda costas e uma delas vou chamar Yasmim (guardar esse nome muito importante pra frente) entao ja tava quase terminando ou ano que comentou queria ir para outra escola e eu pedia pra ele ficar na escola e ele me falouque eu amava e nn ia eu abadonar entre eu relaxar o ano que passou ele foi para outra escola e ele ia me visitar sempre na escola e eu levei uma mordida de cachorro no pe que fiquei sem andar por muitooo tempo e nesse tempo ele me traiu com uma guria ele foi pra beijar ela que o amigo dele nn deixou pq sabia que ele namorava com migo e o chifrador falou que a gente ja tinha terminado (mesmo sem eu saber os meus caros) mesmo assim ou amigo ele impediu depois de muitoooooooo tempo eu voltei para a escola esperando para ver mais ou não no tava entao pensei ah ele deveria ta na escola ne entao nem liguei muito ai ia conversar com yasmim ai ela me falanesse tempo ele me traiu com uma guria que era pra beijar ela de tal forma que o amigo dele nn deixou pq sabia que ele namorava com migo e o chifrador falava que a gente ja tinha terminado (mesmo sem eu saber os meus caros) mesmo assim impedido depois de muitoooooooo tempo eu voltei para a escola esperando ver mais ou chifrador na tava entao pensei que ele deveria ta na escola ne entao nem liguei muito ai fui conversar com yasmim ai ela me falanesse tempo ele me traiu com uma guria que era pra beijar ela de tal forma que o amigo dele nn deixou pq sabia que ele namorava com migo e o chifrador falava que a gente ja tinha terminado (mesmo sem eu saber os meus caros) mesmo assim impedido depois de muitoooooooo tempo eu voltei para a escola esperando ver mais ou chifrador na tava entao pensei que ele deveria ta na escola ne entao nem liguei muito ai fui conversar com yasmim ai ela me falaconversar com yasmim ai ela me falaconversar com yasmim ai ela me fala
- e o chifre? kkk
- que chifre
- ao que o chifrador te deu vc nn sabe?
- eu sei sei nn (eu falei rindo pensando que ele tinha coragem e ela tava zuando)
- ai ela falou ss ele te deu e contou toda a historia que contei primeramente eu zuei falando que nn ligava mais quando cheguei em casa puta merda mano eu chorei tantoooooo me senti como um lixo sabe mas eu pensei com migo mesma mano eu queria ter terminado no começo, mas eu pensei que seria se ele terminasse com um motivo simples por medo de ser traído, eu iria ficar mal e pensar que ele nunca confiou em mim de verdade e que tão tava com migo pq me vijiava e ficava com migo toda hora entao eu dou meu voto de confiança e eu te falo errado no dia seguinte ele fica sabendo que voltei e que ja te informaram a verdade foi conversar com migo ai a gente estava conversando so nois dois ouvidos ele pediu pra terminar depois de usar uma amizade colorida ai depois pediu uma amizade e por último pediu um tempo ai eu falei
-eu nn não quero nada com vc eu confio em vc e vc me metiu pra mim
hoje pergunte-me ainda hoje para ele que você me traiu tão difícil, mas eu tenho três pessoas que provam ee verdade e uma delas minha amiga que chipava e gente entao os tres do nadaaaaaaaaaaaa enventaram uma mentira mencionada so so pra gente terminar meio dificil de acreditar e ele ainda fala que a gente terminou por ciumes esesivo meu
entao vcs que decidem quem ta vendo eu ou ele? e por favor editores escolham minha historia amo muito vcs e gostaria muito de aparecer em um dos videos do luba
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2020.06.20 09:24 brokenlimps Cansado desse Rio de janeiro

Olá, hoje vim apenas pra ter, talvez, uma outra visão dessa vida. Estou cansado desse Rio de janeiro, tudo é caro, tudo é difícil de conseguir, muitas pessoas mal educadas, pessoas que estão sempre com raiva em falar com você, te atender, tudo é um ódio. Trânsito tudo querem sair do carro e cair na porrada, qualquer coisa é motivo de gerar violência, tenho certos problemas que foram causados pela violência (fui sequestrado junto de minha família e já fui assaltado algumas vezes mas por sorte nunca me levaram nada... SORTE). Meu pai nunca foi o mesmo depois desse acontecimento e nem tanto minha mãe. Eu ainda tenho fortes lembranças mas não me abala todos os dias. Estou estudando tudo que posso pra me formar em engenharia e fazendo vários cursos possíveis gratuitos, trabalho sozinho a 10 anos como autônomo e não vejo mais hora de sair desse lugar. Amo viajar de carro e já visitei muitos estados mas o que eu mais gostei foi estar no Paraná - Curitiba e talvez morar lá. Mas a cada dia eu fico pensando... Será que eu vou conseguir alguma coisa mesmo? Sair desse estado e ir pra algum mais calmo ou sair de vez desse país ou algum lugar mais tranquilo...? Aqui você não pode ter nada um pouco melhor que o outro, um carro um pouco melhor, uma casa maior, um bem melhor que ficam de olho. Eu com um Kadett 95 me levaram pra favela, imagina com um uno 2001. Bom... Sei lá. Não sabia com quem falar isso e vim pra tirar um pouco esse peso. Obrigado a quem leu.
Abraços
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